Nós da Poesia pelos caminhos da América Latina

Coletivo de autores da antologia organizada pelo Instituto Imersão Latina, com a participação de poetas ativistas culturais. Acompanhe sempre a agenda de eventos literários e de artes integradas do Nós da Poesia no facebook/nosdapoesia e nosdapoesia.blogspot.com Confira »

Criança não é Brinquedo

\\\\\\\"Quem tem presente, pensa no futuro\\\\\\\", com este slogan iniciamos o primeiro projeto do Imersão Latina em 2005 Confira »

Mais de 30 milhões de pessoas são escravizadas diariamente

Crianças e adolescentes migrantes da América Latina são mais vulneráveis ao tráfico humano. Entre na luta contra esta realidade. Confira »

Imersão Latina celebra a diversidade cultural

Para um futuro realmente sustentável tem que se cuidar de preservar a terra e as tradições culturais. Acompanhe sempre pelo blog do Imel nossas atividades e de parceiros. Participe! Na foto: Festa das crianças em Água Lima com a participação do Boi Rosado. Confira »

Residência Imersão Latina recebe artistas latino-americanos em agosto no Brasil

Conosca el proyecto de Residencia Imersão Latina y siga esta experiencia Conheça o projeto de Residência Imersão Latina e acompanhe essa experiência Confira »

 

Instituto Imersão Latina - Imel

Somos uma associação de escritores, jornalistas, produtores culturais, pesquisadores e artistas independentes, formada por ativistas que se preocupam em defender e mostrar toda a diversidade cultural, ambiental e de idéias da América Latina.

POETAS CELEBRAM 25 ANOS DA POESIA ORBITAL COM LANÇAMENTO DE COLEÇÃO DE LIVROS

A coleção Poesia Orbital marcou história ao publicar  livros de poetas moradores de Belo Horizonte, durante o centenário da capital (1897-1997). Agora, a coleção está de volta reunindo autores que participaram da edição anterior e novos poetas convidados.

O projeto atual foi viabilizado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. A coleção homenageia o poeta Marcelo Dolabela, idealizador desse projeto. Marcelo, além de um poeta de enorme diversidade nas criações, era um artista multimodal, que gostava de juntar os amigos para construir projetos, jornais, revistas, exposições, experimentos sonoros e performáticos.

Poesia Orbital Ontem e Hoje

A primeira edição da  Poesia orbital reuniu 62 livros de 69 poetas, com uma enorme diversidade de “órbitas poéticas”. Para celebrar esse importante acontecimento, a coleção está de volta com 20 livros inéditos, com a participação de 28 poetas, com a marca Poesia Orbital 25 anos, por celebrar este tempo estendido, espiralar e anacrônico das poéticas.

“Com esta nova coleção, acreditamos que a poesia continua habitando outras órbitas e chegando nos mais diferentes espaços da cidade tendo o livro, em especial a poesia, como objeto de ocupação e resistência.”

Comissão editorial: Brenda Marques, Flávia Craveiro, Mário Alex Rosa e Vera Casa Nova.

Livros da coleção Poesia Orbital 25 anos

01 Alicia Maria João- O limite do aquário
02 Álvaro Andrade Garcia – A palavra viva
03 Ana Elisa Ribeiro-Troca só de tamanho e cor
04 Camilo Lara – Na desordem das coisas (Póstumo)
05 Carlos Augusto Novais & Mário Alex Rosa -XXV órbitas
06 Carlos Barroso – pra conquistar esse amor
07 Carlos Versiani- Espiral
08 Emilia Mendes& Sônia Queiroz – Teresas e Palavras-mor
09 Flávia Craveiro& Dione Machado – Em direção ao Pacífico
10 José Américo Miranda-Poesia fora de órbita
11 Kiko Ferreira & Chico de Paula – O revoar dos elefantes / Poemas para orbitar
12 Marcelo Dolabela- Abaixo a carestia (Póstumo)
13 Marcus Vinicius de Faria – Música no escuro
14 Renato Negrão& Daniel Costa – Contém acaso e Quacre
15 Rogério Barbosa& Wagner Moreira – As pequenas coisas / A solidão nas mãos
16 Suelide Miranda& Ronald Zenha – Cartas de amor e infinito Outras oferendas
17 Sylvio Túlio Peixoto – Interior
18 Teodoro Rennó Assunção Poemenosnadalindos(de Ling-Wa)
19 ToyaLibânio- A incredulidade de todos os sentidos (Póstumo)
20 Vera Casa Nova & Brenda Marques- Nem mais nem menos

Serviço:
Lançamento da Coleção Poesia Orbital: 25 anos
Com performances e leituras poéticas em homenagem ao Poeta Marcelo Dolabela
15 DE JUNHO (SÁBADO)
Horário: 11:30 às 14h
Livraria SCRIPTUM – Rua Fernandes Tourinho 99 – Savassi

Contatos para imprensa:
brendajornalista@gmail.com

Mostra Imersiva Teias Ancestrais com Feira Kinanga celebra a Diversidade Cultural neste domingo em BH

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A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, apresenta o projeto Mostra Imersiva Teias Ancestrais, que é uma proposta do Instituto Imersão Latina, construída com os coletivos Oca Ilê, Nós da Poesia e Comitê Indígena Mineiro.

A Mostra apresentará trabalhos artísticos desenvolvidos em oficinas ministradas em Ateliê Aberto em maio e uma Mostra e Feira Kinanga, que será realizada no dia 9 de junho, de 10h às 19h, no CRESAN Mercado da Lagoinha – Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional, na avenida Presidente Antônio Carlos, 821, no bairro Lagoinha.

“Este projeto é a potência do encontro entre três coletivos culturais de Belo Horizonte. Fruto da confluência de múltiplas linguagens artísticas. Trata-se de um encontro multiétnico que contribui para o fortalecimento da diversidade cultural e produção simbólica.”,  destaca a produtora cultural Polly Honorato, coordenadora do projeto.

Com o objetivo de valorizar e promover a memória, a cultura popular e o patrimônio imaterial da cidade, o projeto integra a cultura dos povos tradicionais de matriz africana e dos povos indígenas e a cultura urbana com artistas da poesia e da Cultura Hip Hop.

Na Mostra serão expostos os trabalhos artísticos produzidos na 5ª Residência Artística do Instituto Imersão Latina e em oficinas realizada no mês de maio e junho nos centros culturais Cenarab e CRJ – Centro de Referência da Juventude e em oficinas realizadas no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, pelas artistas Brenda Marques, Biláh Bernardes, Iara Abreu, Kawany Tamoios, Kiandewamê Samba, Yaku Runa, Nivea Sabino, Pi Eta Poeta, Polly Honorato, Varusa, Wanatta Aruanã e Vênus Sunev.

Programação da Mostra Imersiva: Teias Ancestrais e Feira Kinanga

Apresentação: MCs Mary e Magu

Kinanga & Teias Ancestrais – 09/06 de 10h às 19h no Mercado da Lagoinha.

10h as 11h Saudação de Abertura da Feira e Exposição (Axé + Toré + defumação  + café de chegada)

11h as 13h  “Momento Erê e Curumin /  voltado para as crinças Bicho Folhas (educação ambiental no axe)

Voa Andorinha (dobraduras de erê) Devagar devagarinho( gestos e movimentos no canjira”

13h “DJ Rud Girl 1º seting

14h  Elisa Pretinha ‘ Voz e Violão

15h as 16h Intervenção Teias Ancestrais / poesia / performance Kiandewamê / Ciranda Saias do Teias Nós da Poesia / Carimbó

16h as 17h Ponto Nordeste homenageia Dora

17h  Samba D’Ouro

18h  Ori Samba

Redes sociais: @imersaolatina
E-mail: imersao@imersaolatina.com

Chamada / Convocatória para Nós da Poesia vol. 9 – até / hasta 30 de abril

Nós da Poesia vol.9

O Instituto Imersão Latina está com inscrições para o livro coletivo Nós da Poesia vol. 9 até 30 de abril

Os poetas devem enviar minibiografia de até 10 linhas para nosdapoesia@gmail.com e aguardar resposta da comissão editorial.

A temática estará relacionada com latinidade, ancestralidade, Abya Yala – Mãe Terra, fluxos migratórios, latinidade, corporalidades, povos, memórias e ancestralidade.

A edição será cooperativa.

O custo será de R$ 360,00 para pagamento à vista até 10 de maio.

O valor pode ser dividido também de até 4 vezes de 100 reais cada. Sendo maio, junho, julho e agosto.

Cada poeta participante recebe 5 livros.

O lançamento oficial será no dia 7 de setembro, no estande da All Print Editora, das 17h às 19h na Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Prazo de inscrição : 30 de abril.

Participe hoje mesmo!

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El Instituto Imersão Latina acepta inscripciones para el libro colectivo Nós da Poesia vol. 9  – hasta 30 de abril

Los poetas deberán enviar una minibiografía de hasta 10 líneas a nosdapoesia@gmail.com y esperar respuesta del comité editorial.

La temática estará relacionada con la latinidad, ascendencia, Abya Yala – Madre Tierra, flujos migratorios, latinidad, corporalidades, pueblos, memorias y ascendencia.

La edición será cooperativa.

El costo será de R$ 360,00 por pago en efectivo hasta el 10 de mayo.

El monto también se puede dividir hasta 4 veces de 100 reales cada una. Mayo, junio, julio y agosto.

Cada poeta participante recibe 5 libros.

El lanzamiento oficial será el día 7 de septiembre, en el stand de All Print Editora, de 17 a 19 horas, en la Bienal Internacional del Libro de São Paulo.

Fecha límite de inscripción: 30 de abril.

¡Participa hoy!

Brenda Marques Pena
Organizadora de Nós da Poesia
Instituto Imersão Latina
whatsapp: +55 31 988119469

6º Beagá Psiu Poético homenageia Hélio Pellegrino

O festival, com entrada franca, será realizado de 14 a 18 de março

“O poeta é uma caixa de ressonância” – essa frase do escritor Hélio Pellegrino é o tema do 6º Festival de Arte Contemporânea Beagá Psiu Poético, que será realizado de 14 a 18 de março de 2024, em vários pontos da capital mineira. Com entrada franca, a programação começa na quinta-feira, 14/3, de 10 às 12h, no Cefet Nova Suíça, avenida Amazonas, 5.253, onde haverá sarau, lançamento de livro e show musical. No mesmo dia, às 19h, serão realizados perfomances, sarau e lançamento de livro, na Asa de Papel Café & Arte, na rua Piauí, 631, bairro Santa Efigênia.

A programação da sexta-feira, 15/3, começa às 10h30, com um sarau no Restaurante Popular da Câmara Municipal de Belo Horizonte, na avenida dos Andradas 3.100. Às 19h, será a vez da Casa Socialista, que fica na rua Amianto, 30, no bairro Santa Tereza, onde ocorrerão lançamentos de livros, performances e sarau.

No sábado, a partir das 9h30, o sarau será realizado no Mercado Central, na avenida Amazonas, 927. Às 16h, no Parque Municipal, na avenida Afonso Pena, 1.377, Centro, teremos o Sarau Semente de Poesia. Todos eles, o que é uma marca do festival, são abertos a participações espontâneas.

A Casa da Floresta, rua Silva Ortiz, 78, bairro Floresta, irá sediar várias atividades do Beagá Psiu Poético no domingo, 17/3, das 14 às 21h, estando incluídos lançamentos de livros, feira, exposições, recitais, shows, performances, exibição de vídeos e sarau, com microfone aberto.

No último dia do evento, 18/3, as atividades começam às 10h, no Teatro da Assembleia, na rua Rodrigues Caldas, 30, bairro Santo Agostinho, estando incluídos performances poéticas, musicais e projeção de filmes. O encerramento do festival será na Casa de Jornalista, avenida Álvares Cabral, 400, Centro, com mais lançamentos de livros, exibição de vídeos, perfomances poéticas e musicais.

O Beagá Psiu Poético é inspirado no evento realizado há 37 anos em Montes Claros/MG. Seu objetivo é celebrar a poesia e também as outras manifestações artísticas, abrindo espaço para todos os interessados.

Atividades gratuitas e abertas à participação espontânea

Todas as atividades do Beagá Psiu Poético são gratuitas e abertas ao público. O 6º Festival de Arte Contemporânea Beagá Psiu Poético presta homenagem ao escritor Hélio Pellegrino, nascido em 5 de janeiro de 1924, em Belo Horizonte/MG. Pellegrino completaria 100 anos em 2024.

Mais informações pelo endereço eletrônico psiupoetico@gmail.com
Contato: Aroldo Pereira (38) 98412-4749, (38) 2211-3800, (38) 2211-3374
Mais contatos: Brenda Marques – (31) 98811-9469
Ênio Silva – (31) 99659-1355
Sidneia Simões – (31) 99206-2958

PROGRAMAÇÃO 6° FESTIVAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA BEAGÁ PSIU POÉTICO
O poeta é uma caixa de ressonância – Hélio Pellegrino
Programação Gratuita

14 DE MARÇO – QUINTA
CEFET NOVA SUÍÇA
Av. Amazonas, 5.253, Nova Suíça (31) 3319-7130 (31) 3319-7131
10h às 12h- Poesia Circular
Sarau poético microfone aberto
Poetas convidados e poetas da escola
Lançamento de livros
Os Disfarces Sociais – Maria Delboni
Língua – Poesia e sensações – Helena Soares Aphonso
O peso da cor – José Hilton Rosa
Senhor Pum – Bruno Black

Participação Musical
Agreste em canto – Nathália Tenório e Zé Barreto de Assis

NOITE 19HS ÀS 22HS
19h – ASA DE PAPEL CAFÉ & ARTE
R. Piauí, 631, Santa Efigênia
Lançamento de Livro
parangolares- aroldo pereira
Performances & Sarau microfone aberto
Antônio Galvão & Deyrianne Katherine – Ênio Silva- Denise Morais – Regina Mello – Victor Mantovani – Murilo Antunes.

15 DE MARÇO – SEXTA
RESTAURANTE POPULAR CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE
Avenida dos Andradas, 3.100, Santa Efigênia

10h30 ÀS 14h30 – Sarau Poético Musical – microfone aberto
Antonio Galvão – Roggie Salgarello – Jean Luizz – Sidneia Simões – Brenda
Marques Pena- Bruno Black – Gilberto Cyrilo.

19h às 22h – CASA SOCIALISTA
Rua Amianto, 30, bairro Santa Tereza

Lançamento de livros
Ao som da lira – Úrsula Avner
Não Nasci para quietudes – Maria Cida Neri

Performances poéticas & musicais – microfone aberto

Elizangela Moreira Gonçalves – Gilberto Cyrilo – Jerusa Furbino- Cícero Neto- Víctor Mantovani.
Agreste em canto – Nathália Tenório e Zé Barreto de assis
Persona paradoxo em Pedro Peregrino – Renilson Durães

16 DE MARÇO – SÁBADO
MERCADO CENTRAL DE BELO HORIZONTE ESPAÇO CULTURAL (LAJE SUPERIOR)
Av. Amazonas, 927, Centro
9h30 às 12h30 Sarau Poético Afetivo

“Sombras Contemporâneas” – Wagner Rocha
Sertães Catrumanos – Teddy Marques Faria

Daniela Viana de Santana – Ênio Silva – Bruno Black – Millena Mell Oliva – Helena Soares Aphonso – Renilson Durães – Brenda Marques Pena – Victor Mantovani – Jimi Vieira.

16h PARQUE MUNICIPAL AMÉRICO RENNÉ GIANNETTI DE BELO HORIZONTE
Av. Afonso Pena, 1.377, Centro
Sarau Semente de Poesia aberta a participações espontâneas
Regina Mello – Bruno Black – Milena Mel Oliva – Antônio Galvão & Deyrianne Katherine.

17 DE MARÇO – DOMINGO
14h às 21h – CASA DA FLORESTA
R. Silva Ortiz, 78 – Floresta

Feira do Livro – Exposição – Lançamentos – Recitais – Microfone aberto

Millena Mell Oliva –Rômulo Garcias – Nélio Torres – Rodrigo Leste – Helem Barros – Cesco Napoli – Helena Soares Aphonso – Banda Cidadão Alienígena – André Giusti- Roggie Salgarello – Geraldo Almeida – Jimi Vieira.

Teatro
Leitura Dramática: Tennessee Williams
Cia da Farsa: Alex Zanonn – Alexandre Toledo -Elton Monteiro -Marcus Labatti -Sidneia Simões

Vídeo
Curta- Homenagem a Hélio Pellegrino.
Homenagem a Octávio Paz – José Hilton Rosa
Minas de Minas – Toninho Aribati
Sete Quedas – Rui Montese
Cale-se Tele-poema – Joaquim Celso Freire
Velho Chico – Evandro Netto

Lançamento de livros
As Filhas Moravam com Ele – André Giusti
Pano pra Manga – Cesco Napoli
Gabirobas roxas, jabuticabas amarelas, lagartixas alcoviteiras – Joaquim Celso Freire
O Despertar é Vermelho – Daniela Viana de Santana
Em fios de costela – Damião Cordeiro, Hila Rodrigues, Lao Borges, Sidneia Simões.
Leões na Fechadura – Fabiano da Mata

Intervenção Plástica
Eu vejo você – Rosa Ferreira
Mas o Bicho Gente não fugirá à Terra – Gab Filpi

Performances & Atrações Musicais

Grupo vocal “LeViannas”
Banda Cidadão Alienígena
Gleidston Alis e a Máquina do Mundo – Gleidston Alis

18 MARÇO – SEGUNDA
10h – ESPAÇO POLÍTICO CULTURAL GUSTAVO CAPANEMA – TEATRO DA ASSEMBLEIA
R. Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho

10h às13 h- Performance Poéticas, Musicais e Projeção de Filmes

Curtas
Dois Joãos – João Diniz & João Aroldo Pereira
Versilindro Ouro Branco – Bel & João Diniz
Sangue vinho carne pão – Nélio Torres
Bar do Ernesto – Nélio Torres
Meridianos – Colectivo de Escritura Migrante

Performances
Brenda Marques Pena, Makely Ka, Jussara Carvalho, Neggo Blues, Geovanne Sassá, Helena Affonso Soares, Cesco Napoli, João Diniz, Nélio Torres.

19h – CASA MATRIZ / CASA DE JORNALISTA/ SJPMG
Avenida Álvares Cabral, 400, Centro, Cel. (31) 99743-1692
(Atenção: Entrada pela lateral na rua Espírito Santo) 

Lançamento de livros
Minas Impressas: Os tardios jornais mineiros – Jairo Fará
parangolares- aroldo pereira
O Inimigo Oculto – Jerusa Furbino
Memórias atonais – Helena Soares Aphonso

Performances Poéticas & Musicais

Psiu! Cá, entre nós… – Helem Barros
Poema Dobrado – Carlos Barroso e Jairo Fará
Cordel & Canção – Geraldo Almeida
Eu e meu cachorro – Ênio Silva
Banda Cidadão Alienígena
Victor Mantovani
Nélio Torres
Gilberto Cyrilo

Curta
Adunar – João Diniz
Casório – Tchello d’Barros

 

Paralelos Distópicos traz instalação da artista Eliane Veloso com debate sobre o tempo, música e poesia

A Casa Matriz recebe nesta quarta-feira dia 24 de janeiro, às 19 horas, o evento Paralelos Distópicos, promovido pelo Instituto Imersão Latina. Trata-se da instalação participativa da multiartista brasileira radicada no Uruguai Eliane Veloso, do Colectivo de Escritura Migrante @escrituramigrante, onde todas as pessoas presentes participam de uma roda de conversas e apresentação de poesia e música

Convidados para a intervenção e roda de conversa:

Brenda Marques Pena
Cícero Christófaro
Daniel Christófaro
Eugênio Magno
José Antonio Vieira
Maria do Socorro Coelho
Rita Silva
Ronaldo Zenha
Socorro Coelho
Tibério França

Coordenação: Brenda Marques, diretora do Sindicato dos Jornalistas e Instituto Imersão Latina. @imersaolatina
Sobre o projeto ‘Paralelos distopicos’

Apesar de cada dia continuar tendo 24 horas, vemos uma total falta de tempo, para a atenção, o cuidado, a contemplação.

O que queremos contemplar de fora para dentro das tecnologias?

O que nos resta como possibilidade de contemplação, fora das tecnologias?

Quais apegos nos levaram a uma perspectiva distópica?

Esses e outro questionamentos virão à tona através da obra da artista e durante a roda de conversas.

Objetivos:

Trabalhar a temática do tempo, baseando-se nas distoias que enfrentamos em nosso dia a dia.

Processo

Etapa 1

Instalação ‘O ruído e o tempo’, da multiartista Eliane Velozo, que deverá ser visitada durante os primeiros trinta minutos do evento, por uma pessoa de cada vez.

E depois será realizada uma roda se conversas com o tema e encerramento com poesia e música (violão e voz)

Serviço: 

PARALELOS DISTÓPICOS
Dia 24 de janeiro, 19 horas
Local: @casamatrizbh
Casa Matriz
Av Álvares Cabral, 400
(Entrada franca pela porta lateral, na rua Espírito Santo)
#poesia #filosofia #música #poética #casamatriz #instalação

4ª temporada do Semanário Latinoamericano começa 15 de fevereiro e quem apoia ganha um livro


O programa Semanário Latinoamericano começou foi resultado de um processo do Fórum Social Mundial, realizado virtualmente em janeiro de 2020. Durante esses quatro anos, muitos se somaram a esta rede que tem como produtores e apresentadores Brenda Marques, Raúl Larrosa e Vinicioz Bórba. Foram 134 programas realizados semanalmente até a terceira temporada e agora estamos preparando para a próxima. O programa 135 será na quinta-feira, dia 15 de fevereiro, às 20 horas. 

Os principais parceiros de realização são o Instituto Imersão Latina, a Rádio Letras e também a Recult, Livraria Pé Vermelho e AJEB – Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, em especial a coordenadoria de Minas Gerais e também da Rede Sem Fronteiras.  Também contamos sempre com o apoio de uma rede de amigos e daqueles que acreditam e participam conosco.

Toda a realização é voluntária e temos custos com a plataforma que utilizamos e gostaríamos de dar oportunidade de mais pessoas fazerem parte. Uma maneira de colaborar é curtindo o canal @semanariolatinoamericano no youtube e instagram e também do @imersaolatina que faz a transmissão dos programas, assim como de todos os parceiros, já citados.

Outra forma, é doando algum valor para o programa, via PIX. A chave é o e-mail: semanariolatinoamericano@gmail.com.

Quem apoia receberá nossa gratidão e ao apoiar acima de R$ 50,00, você receberá um livro. Basta enviar o comprovante e endereço postal para o mesmo e-mail:  semanariolatinoamericano@gmail.com.

Podemos contar com você?

Crónica del VI Encuentro Internacional de Escritura Migrante realizado en Argentina y Uruguay en 2023

Argentina/Uruguay 2023

||| 01.Nov.2023 |||

PRE-ENCUENTRO EN SANTIAGO

Antes de iniciar el programa oficial, hubo una reunión especial en Santiago de Chile: algunos participantes debieron hacer escala de vuelo en la capital chilena, y encabezados por Brenda Mar(que)s Pena, fueron recibidos a medianoche en el aeropuerto internacional por los poetas Rodrigo Leiva (Barracón Cultural) y Renato Trovamundos, quien grabó algunas tomas para el programa Trovamundo. En la reunión, se recordó la interacción con Barracón Cultural en el III Encuentro 2020 y se dio a conocer el cronograma de actividades en Argentina y Uruguay para este 2023. El encuentro se extendió hasta las 4:00 A.M., con degustaciones de dulces típicos y snacks salados, obsequios, mucha conversación sobre cultura latinoamericana, brindis, abrazos y una despedida en el aeropuerto celebrando esta amistad sin fronteras.

APERTURA DEL VI ENCUENTRO

La programación comenzó en el  área de eventos de la biblioteca del Parque de la Estación, en Buenos Aires, Argentina. Luego de las palabras de bienvenida de la conductora del VI Encuentro, la poeta porteña María Laura Coppié, la Malala, en representación del colectivo literario Las Pretextas, y la poeta brasileña Brenda Mar(que)s Pena (lease Instituto Imersão Latina), comenzó la programación cultural. Estuvieron presentes los artistas/escritores Alicia Márquez, Bibi Albert, Daniel Acosta, Eliane Velozo, Javier Vives, Raquel Gociol, Rosa Gravino y Tchello d’Barros, entre otros. Inicialmente, los distintos participantes presentes y el público visitante pudieron disfrutar de un espectáculo de tango a cargo de la cantante Eliana Dosa y el acordeonista Juan Pablo Gallardo, producido por Norberto Balleand (Tangos Descomunales). En el momento de bis, el público quedó sorprendido con una inspirada reinterpretación del clásico “Carinhoso”, del reconocido compositor brasileño Pixinguinha. El evento contó también con el lanzamiento de la antología internacional “Meridianos Poéticos”, con la inauguración de la exposición internacional de escritura asémica “Graphos” y, al finalizar, un encuentro con declamaciones, lecturas y recitaciones poéticas de los distintos poetas presentes.

AUTÓGRAFOS LATINOAMERICANOS

A continuación se lanzó la antología internacional de poesía “Meridianos Poéticos” (Buenos Aires: MareMium, 2023, 120p.). El libro producido especialmente para el Encuentro es una creación del Colectivo de Escrito Migrante, con coordinación literaria del Instituto Imersão Latina – IMEL y producción editorial de la argentina María Laura Coppié (léase Pequeño Editorial MareMium). Luego de la presentación de la obra por parte de la organizadora Brenda Mar(que)s Pena y la editora María Laura Coppié / Malala, siguió la sesión de autógrafos del volumen. La publicación cuenta con una portada creada por Tchello d’Barros (Brasil) y un prólogo de Giuseppe Camelia Intelisano (Italia), presentando poemas (y una sesión especial dedicada a la Poesía Visual) de 55 autores latinoamericanos de 10 países.

Participan de “Meridianos Poéticos”: Alicia Márquez (Argentina), Amapola Araya Rojas – Warmi Diaguita (Chile), Ana María Figueira (Argentina), Andrea Motta Paredes (Brasil), Bianca Guzzo (Brasil), Bibi Albert (Argentina), Brenda Mar(que)s Pena (Brasil), Ca Berto (Portugal), Claudia Vaca (Bolívia), Concita Cordeiro (Brasil), Dalva Frahlich (Brasil), Danilo Lopez-Roman (Nicaragua), Delayne Brasil (Brasil), Deth Haak (Brasil), Diana Judith Rodríguez (Argentina), Don Quispe (Bolívia/Brasil), Eli Rodriguez (Uruguay), Eliane Velozo (Brasil), Eugênio Magno (Brasil), Fátima Vilela (Brasil), Francy Liliana Díaz (Colombia), Franklin Valverde (Brasil), Gil Jorge (Brasil), Giuseppe Camelia Intelisano (Italia), Gringo Carioca (Brasil), Hector Luis Ojeda (Argentina), Igor Fagundes (Brasil), Iván Verdugo (Chile), Ivana Andrés (Brasil), Izabel Gadelha (Brasil), Jorge Echenique (Uruguay), José Calazans (Brasil), José Hilton Rosa (Brasil), Juçara Valverde (Brasil), Julizar Dantas (Brasil), Lin Quintino (Brasil), Luiz Otávio Oliani (Brasil), Márcio Catunda (Brasil), Maria Delboni (Brasil), María Laura Coppié (Argentina), Mariana Toniolo (Argentina), Michelli Pessoa Marinho (Brasil), Nilza
Freire (Brasil), Olga Valeska (Brasil), Osmany Sabalza (Colombia), Paulo Cuello Almonacid (Chile), Paulo de Toledo (Brasil), Raquel Martínez Martínez (Uruguay), Rodrigo Leiva (Chile), Romina Cazón (Argentina), Rosa  Gravino (Argentina), Siboney Del Rey (Venezuela), Tanussi Cardoso (Brasil) y Tchello d’Barros (Brasil).

ESCRITURA ASÉMICA EN BUENOS AIRES

Luego de la realización de las exposiciones colectivas internacionales de Escritura Asémica “Escribas”; (Belo Horizonte) y “Assemias”; (Río de Janeiro), esta trilogía se concluye con la exposición “Graphos” (Buenos Aires)  En esta ocasión se trata de una exposición con obras de 28 artistas de 10 países, con exhibición hasta 18.Nov.2023. Estuvieram presentes em la inauguración los artistas porteños participantes de la muestra Daniel Acosta, Raquel Gociol y Rosa Gravino. El curador brasileño Tchello d’Barros hizo la inauguración de la muestra hablando de la relevancia de la participación de artistas de nuestro continente en el circuito global de las manifestaciones de la Poesía Experimental, o que incluye la Escritura Asémica.

Participam de la exposición  obras de 28 artistas de 10 países:

Desde Argentina: Alejandra Bocquel, Alejandra Koreck, Daniel Acosta y Raquel Gociol. Desde Australia: Kristen Szumyn. Desde Brasil: Carmem Salazar y Regina Pouchain. Desde España: Felipe Lamadrid. Desde France: Julien Blaine. Desde Germany: Ptrzia (Tictac). Desde Italia: Alfonso Caccavale, Anna Boschi Cermasi, Cristiano Caggiula, Francesca Biasetton, Francesco Aprile, Giorgio Moio, Giovanni
Fontana, Giuseppe Calandriello y Luigi Di Cicco. Desde Poland: Michal Sniado- Majewski. Desde Puerto Rico: Roberto Ncar. Desde Scotland: Keith Mckay. Desde USA: Andrew Topel, C. Mehrl Bennett, Geof Huth, Karla Van Vliet, Kristine Snodgrass y Sylvia Van Nooten.

Texto Curatorial

POÉTICAS CALIGRÁFICAS DE LA ESCRITURA ASÉMICA
por Tchello d’Barros*

“Asemic writing seems to be a gigantic, unexplored territory.”
Tim Gaze

La exposición GRAPHOS – Muestra Internacional de Escritura Asémica presenta una colección de obras en imágenes de escritura abstracta, en el lenguaje que comienza a conocerse como Escritura Asémica. El conjunto, compuesto por creaciones provenientes de distintos lugares del planeta, revela también la pluralidad de técnicas y recursos para la creación de estas obras, que van desde la caligrafía, la abstracción, el grabado e incluso la Poesía Visual.

Esta exposición, promovida por el Colectivo de Escritura Migrante y Instituto Imersão Latina, en colaboración con Las Pretextas y el Museo Virtual de Poesía Visual, presenta 28 obras de artistas de 11 países en el programa del VI Encuentro Internacional de Escritura Migrante, que en 2023 ocurre en Argentina y Uruguay.

Surgida de forma espontánea en diferentes culturas a lo largo de la história, consolidada como lenguaje artística a finales del siglo XX, la Escritura Asémica, todavía muy rara, há ido ganando visibilidad, ya sea a través de exposiciones, publicaciones, estudios epistemológicos y publicaciones en Internet. Este arte hibrido, que se mueve entre palabra e imagen, sobrevivió al tsunami tipográfico de la era digital,
favoreciendo la escritura manual (principalmente), aunque abstracta, como manifestación expresiva. Las obras están compuestas por letras muchas veces inventadas, palabras que contienen restos caligráficos, fragmentos de frases que forman intrigantes figuras abstractas, y han dado forma a todo el movimiento que há ampliado su red de seguidores en todos los continentes. Es un arte libre de etiquetas académicas, limitaciones institucionales y políticas culturales públicas superficiales para la promoción, recopilación y difusión de lenguajes experimentales.

Dibujo, pintura, infograbado, collages, arte digital, intervenciones y fotografías son solo algunos de los recursos presentes en las creaciones de este tipo de arte, aquí presentadas desde una perspectiva de diversidad de estilos. Se dice de las obras de Escritura Asémica que son intencionalmente vaciadas de significado – porque están ausentes de enunciado o mensaje. Eso no impide que
tengan sentido, desde la percepción de quien observa, ya que hay un diálogo silencioso entre dichos contenidos y todo el entramado léxico e imaginario de quienes se sumergen en el visionado de dichas imágenes. Los teóricos del arte en un campo ampliado o en la poesía ampliada suelen situar la escritura asémica dentro del amplio ámbito de la poesía experimental.

Por lo tanto, provocar reflexiones sobre el fenómeno poético en aspectos que tensan los límites del lenguaje, cuestionar aspectos estéticos del hibridismo característico del arte contemporáneo y estimular el debate sobre hacia dónde apunta la brújula de la creación poética en nuestro tiempo, son algunas de las premisas que guiaron el proceso curatorial. para esta exposición.

*Tchello d’Barros es escritor, artista visual y Curador
Rio de Janeiro, Brasil – Octobre, 2023

Inauguración: 01.Nov. 2023
Visitación: 01-18.Nov.2023
Espacio cultural Biblioteca – Parque de la Estación
Tte. Gral. J.D.Perón. 3326 – Buenos Aires, Argentina
Realización: Colectivo de Escritura Migrante
Instituto Imersão Latina – IMEL
The Virtual Museum of Visual Poetry
Producción: Las Pretextas
Malala / María Laura Coppié
Brenda Mar(que)s Pena
Curadoria: Tchello d’Barros

||| 02.Nov.2023 |||

ARTE CONTEMPORÁNEO EN CAMINITO

Escritores de varios países latinoamericanos participaron de la visita a la Fundación PROA, en Caminito, Buenos Aires. Con producción local de Malala (Las Pretextas), el grupo recorrió los distintos
espacios del edificio, completamente renovado y adaptado para acoger grandes exposiciones de arte, instalaciones y proyecciones audiovisuales. Además de la cafetería con una selecta carta de vinos nacionales, y la Biblioteca de Babel, es decir, una librería diversa, la institución cuenta con una gran terraza con vistas panorámicas al puerto de frente. Además de la confraternización literaria, se destacó la exposición “Conjeturas”, con 15 artistas actuales cuyas obras cuestionan los valores de la sociedad contemporánea.

POESÍA VISUAL CONTEMPORÁNEA EN DISCUSSIÓN

El el reinicio de las actividades em Parque de la Estación contó com nueva presentación de um duo cantante/acordeón de Tangos Descomunales, presentando versiones de clásicos tangos porteños. Entonces, hubo la 17ª Mesa-redonda Poesía Visual Contemporánea, com relatos de los poetas visuales argentinos Claudio Mangifesta, Rosa Gravino y Walter Brovia. Como debatedora, la investigadora brasileña Brenda Mar(que)s Pena y curaduría/mediación de Tchello d´Barros. Esse rico debate contó También com interación com el público a partir de preguntas a los participantes de la mesa. A partir de los depoimentos de los poetas visuales, hablando de sus processos creativos, tendencias de forma y contenido, el contexto latino-americano, fue un rico momento de intercambio de conocimientos y experiencias para mirar los rumbos que está tomando la Poesía Visual en nuestras Américas.

HABEMUS VIDEOARTE

En seguida hubo la avant-première del nuevo videoarte del Colectivo de Escritura Migrante: “Meridianos”, obra que cuenta con la participación de 30 artistas invitados desde Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia y Uruguay. Se trata de una obra audiovisual multilingüe, con actuaciones escénicas, creaciones gráficas, música electrónica, danzas rituales, poesía verbal, sonora y visual,
en lenguajes que se dinamizan para abordar estéticamente el tema de las culturas migrantes en las Americas.

“Meridianos” fue producido por Instituto Imersão Latina (Brenda Mar(que)s Pena), em associación com Fluxo Filmes (guión y dirección de Tchello d´Barros).

Sinopsis

“MERIDIANOS” | Videoarte

“El Meridiano es el lugar de encuentro de dos polos del planeta Tierra y nos lleva a pensar en la responsabilidad ancestral de sembrar un futuro más consciente, creativo y comunitário. Es una forma de conectarnos con nuestras culturas. La poética del encuentro se celebra como herramienta de expresión individual, en um encuentro colectivo y transversal. Las artes nos permiten superar las brechas sociales que existen hoy, abriendo un camino de meridianos tejidos en red, reconociéndonos como seres migrantes.”

Frames del videoarte Meridianos

Artistas participantes en el videoarte “Meridianos”:
Alicia Márquez – Amapola Araya – Angela Gómez Sánchez – Bibi Albert – Brenda Mar(que)s Pena – Eliane Velozo – Eli Rodríguez – Francy Liliana Díaz – _guroga – Hilda Paz – Iván Verdugo – Ivana Andrés – Jammy Said – Jozefo Roza – Jozzy de Souza – Letícia Figueiredo – Macarena Gissele Muñoz Calderón – Maria Angélica Carter Morales – María Laura Coppié – Mara Uchoa – Mariana Toniolo – Mano Benke Mônica Lima – Osmany Sabalza – Raquel Gociol – Rasia Fiedler – Rosa Gravino – Siboney Del Rey – Tchello d’Barros – Vanessa Delgado Katúm – Vilma Matos

FICHA TÉCNICA
Gênero: Videoarte
Categoria: Livre
Cor: Em Cores
Duração: 04:30 Min
Extensão:.MP4
Arquivo: 570 MB
Formato: 1920 X 1080
Tela: 16/09
Ano: 2023
Países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Uruguay e Venezuela
Realização: Fluxo Filmes
Patrimônio: Instituto Imersão Latina

ENCUENTRO PORTEÑO EN TANO CABRÓN

Luego de las actividades en el Parque de la Estación, hubo un encuentro informal entre autores latinoamericanos en el café cultural Tano Cabrón, ali mismo em Barrio Balvanera. El ambiente artístico de la casa se vio acentuado por la interacción con la novelista porteña Mariel Pardo, quien en ese momento, desde el palco, estrenaba su libro inédito "Un sol que me disuelva" (B. Aires: Ed. Diotima, 2023). La ficcionista nos cuentó um poco de su proceso creativo, del mundo editorial porteño y um poco sobre Borges. Además de mensages em las paredes del café, como “Quien no ama no lucha”, o “Lucha y vuelve!”, la atmosfera cultural del lugar, com muchas peinturas, buenísimo viño se convertió em uma rica noche de conversas literárias com muchos acentos.

||| 03.Nov.2023 |||

EVITA VIVE

El programa de actividades del tercer día impieza em La Plata, capital de la Província de Buenos Aires. Con producción local de Profa. Cristiana Paz y Malala (Las Pretextas), se realizo
el círculo de conversatorio "Gestión Cultural y Migración", en el Museo de las y los Trabajadores "Evita", en La Plata, Argentina. Luego em la entrada hay uma exposición permanente de poemas emoldurados. La gerente del museo, Mónica Labarthé habló sobre la vida y obra de Evita Perón, incluso destacando aspectos menos conocidos de su biografia, como su producción
autoral en el género de la poesía. Los testimonios contaron con la participación de Javier Vives (Chile), Eliane Velozo (Uruguay), Brenda Mar(que)s Pena (Brasil), María Laura Coppié (Argentina) y
Tchello d´Barros (Brasil). Lo más destacado fue la performance poética “Ladrón de los Postales”; del escritor viajero argentino Matías Kraber.

El equipo del Museu realizo uma visita-guiada por la instituición, que cuenta com uma colección, que es la mas completa sobre Evita, presentando coleciones de obiectos, ropas, joguetes, documentos y fotografias. Debates culturales y performance en el Museo “Evita”

INTERCULTURALIDADES EXTEMPORÁNEAS

Por la tarde, ocurrió el círculo de conversatorio “La Interculturalidad y sus aportes a la Educación”, en la tradicional Escuela San Simón, aún en La Plata, Argentina. La acción cuentó com producción local de Malala y la Profª. Cristiana Paz, y Profª. Y escritora Valena. El encuentro contó con testimonios y momentos literarios con los autores visitantes Brenda Mar(que)s Pena (Brasil), Eliane Velozo (Uruguay), Javier Vives (Chile), María Laura Coppié (Argentina) y Tchello d’Barros (Brasil), interactuando con estudiantes y docentes. Y por supuesto que no faltaron presentaciones de libros y recitación de poemas.

TERTÚLIA EN CABURÉ

La literatura estuvo fuerte en la velada realizada en Libreria & Café Caburé, en Santelmo, Buenos Aires. Con producción local de Malala (Las Pretextas), el encuentro contó con poesía oral, performances y lecturas, con varios poetas como Bibi Albert, Alicia Márquez, María Laura Coppié, Grace Maya, Daniel Acosta entre otros, de Argentina. Javier Vives representó a Chile, mientras que Brenda Mar(que)s Pena estuvo a cargo de Brasil, país también representado por el poeta peregrino Tchello d'Barros. Uruguay estuvo representado por la artista itinerante Eliane Velozo y también Eli Rodrigues, con el lanzamiento de su libro “Piel”

Con un hermoso proyecto editorial de MareMium y organización del IMEL, también hubo una sesión de autógrafos para la antología internacional “Meridianos Poéticos”, que reúne poesía latinoamericana contemporánea de más de 50 autores. Además de charlas de Malala, Brenda y Ely, por la sessión de autógrafos de los dos libros, hubo em la secuencia uma tertúlia poética, com lecturas, recitaciones y
performaces. Caburé es uma gran y hermosa librería, com diversificado acervo editorial y destacada colección de obras de Cortazar, Bioy-Casares y Jorge Luis Borges. Ahí, tuvimos una velada de aromáticos cafés, vinos mendocinos, cálidos abrazos y un poco de la vibrante poesía actual de nuestro continente.

El cierre del evento culminó con una emotiva despedida a los autores bonairenses y Las Pretextas, las organizadoras de la etapa argentina deste VI Encuentro de Escritura Migrante.

||| 04.Nov.2023 |||

TRAVESSIA POR SACRAMENTO

La segunda etapa do VI Encuento consistió, em primer lugar, em el desplazamiento de los autores, desde Buenos Aires hasta Colonia del Sacramento, ya
em território Uruguayo, y desde esta ciudad, hasta la capital Montevideo. Como se trata de literatura migrante, este viaje fue diseñado para que los
participantes sentieran cruzar uma frontera, passar por aduanas, salir y entrar a territórios geopolíticos. Y además de adentrar em otras zonas del mapa de América del Sur, sentir el contraste sociocultural entre um y outro país.

Sin embarg, un episódio insólito: en las maletas estaban los livros “Meridianos Poéticos”, y uma vez detectados em la radiografia, la inspeción quiso confiscar las obras, impediéndoles el ingreso a território uruguayo, alegando algo así como tráfico de produtos comerciales sin tributación de exportación. Después de muchas pruebas de que se trataba de un evento cultural sin fines de lucro, el interrogatório cesó y, finalmente, los libros – y los autores – fueram liberados.

Durante la travesía en barco por el Río de la Plata se realizaron grabaciones en vídeo y numerosas conversaciones sobre la literatura argentina y uruguaya. Ya en territorio uruguayo, en la ciudad de Colonia del Sacramento, el comité literario transnacional dio un paseo por las calles históricas de esta ciudad que perteneció a España, Portugal, Argentina, Brasil y finalmente encontró su destino
glorioso como parte de Uruguay. La arquitectura antigua, las calles adoquinadas conservadas y la presencia de azulejos portugueses son testigos silenciosos pero elocuentes de las transformaciones históricas de este lugar idílico y encantador.

Después de caminar por la Calle de los Suspiros, la Calle de las Flores, la Calle 18 de Julio y la Plaza de Armas en el barrio histórico, se detenieran en la visita del Farol de la Colonia y degustar la comida uruguaya. Próximo destino: Montevideo.

La Colonia del Sacramento ya perteneció a España, Portugal, Brasil, Argentina y Uruguay


POESÍA VISUAL EN MONTEVIDEO

Impiezando la etapa de Uruguay en el VI Encuentro, se hizo la inauguración de la exposición individual e itinerante de Poesía Visual “Convergências – La Poesía Visual de Tchello d’Barros”, en el espacio de exposiciónes del Mercado de los Artesanos. Luego ser exibida em Brasil, Portugal, Serbia, Chile, México y recientemente Italia, la muestra llega ahora a territorio uruguayo, país com fuerte tradición internacional en Poesía Visual.

Las coordinadoras de Associación AUDA de artistas del Mercado de los Artesanos hicieran uma afectiva aacojida a los participantes del VI Encuentro, com rueda de charlas, uma informal mateada com el tradicional mate (que los brasileños llamam de Chimarrão) y degustación del Pan de Muertos. Al micrófono, hubo la bienvenida por Rossana de la Associación de los Artesanos, la productora local artista visual Sylvana Lobato, que incluso coordinó la montagem de la muestra, la curadora de la exposición doctoranda Brenda Mar(que)s Pena, que habló de los coneptos de la muestra y finalmente las palabras del artista, el poeta pelegrino Tchello d’Barros.

Con participación de artistas locales visitantes, la segunda parte de la inauguración, contó con las lecturas y recitaciónes poéticas de Javier Vives (Chile), Eliane Velozo (Brasil) y sobretodo el privilegio de la estimada poeta uruguaya Raquel Martínez Martínez, ya con 3 libros publicados. Y el plus del evento fue la presencia de la cantante montevideana Mica Tanco, quien cantó y encanto a todos com una maravillosa acapella.

Texto curatorial:

“Convergências”:

CONVERGENCIAS: UNA EXPERIENCIA ITINERANTE DE POESÍA VISUAL
por Brenda Mar(que)s Pena*

¿Qué metáforas cotidianas aportan los poemas visuales de Tchello d'Barros? ¿En qué espacios se mueve el rasgo visual hacia una poética que transmite sus sentidos a los demás? ¿Es posible no ser tocado por poemas visuales expuestos uno al lado del otro como signos de tiempo continuo? E incluso si escapa a los ojos de aquellos que pasan por un espacio de exhibición, sin dar el debido tiempo a la contemplación, las imágenes/poemas atraen incluso a aquellos que pasan por sorpresa, pero pronto aceptan la invitación para permitirse un descanso en este tiempo frenético de pantallas conectadas.

El multiartista Tchello d´Barros tiene en Poesía Visual su aspecto principal del trabajo y la investigación, incluido su trabajo ya mencionado en más de 10 libros educativos. Es importante enfatizar la importancia de la educación para la poesía, que es tan necesaria como el estudio del lenguaje de este tiempo contemporáneo. Si no nos permitimos pausas, nunca tendremos tiempo para que la poesía penetre en nuestra mirada y luego toque otros sentidos.

La exposición titulada “Convergencias”, de Tchello d´Barros siempre trae nuevas creaciones y continúa recorriendo el mundo. En el proceso, convergiendo en el tiempo y el espacio, ya pasó por 10 ciudades brasileñas, así como países como Serbia, Portugal y Chile. caso, en el evento literario Poética Transculturales – III Encuentro Internacional de Escritura Migrante.

Y aquellos que se permiten mirar, que buscan su convergencia, con las obras que más lo atraen hacia el afecto e identifican aquellas que repelen las duras realidades, por criticar la situación sociocultural de nuestra América del Sur, como en Usted no Está Aqui… Depende de cada uno quien se encuentra con estos poemas visuales de Tchello d'Barros acepta la invitación a tomar un descanso de la vida cotidiana y disfrutarlos, como un buen pan de queso con café.

* Brenda Mar(que)s Pena
Curadora, jornalista y escritora
Belo Horizonte, Brasil

Evento del VI Encuentro Internacional de Escritura Migrante
Curadoria y Texto: Brenda Mar(que)s Pena (Belo Horizonte, Brasil)
Producción y Montage: AUDA (Montevideo, Uruguay)
Apoyo: Sylvana Lobato y Raquel Martinez (Montevideo, Uruguay)
Co-produción: The Virtual Museum of Visual Poetry
Artista expositor: Tchello d´Barros (Rio de Janeiro, Brasil)

POÉTICO MITRE

En Montevideo, ya por la noche, tuvo lugar un encuentro especial, lleno de vino y letras, con escritores de varios países del Cono Sur de nuestro continente, en el tradicional, idílico y cultural Bar Mitre. La casa antigua es famosa por su carta de viños nacionales, también por su espacio para presentaciones artísticas y exposiciones temporales de artes visuales – en esta ocasión presentando una serie de peinturas con temática afrodescendente, de la artista Mary Portocasas. El encuentro contó con debates sobre la literatura latinoamericana contemporánea, donde se mencionaron principalmente a Galeano, Onetti y Benedetti. Además de la performance “Lupa”, de la brasileña Eliane Velozo y algunos solos de guitarra de la musicista Mica Tanco, la artista visual Sylvana Lobato habló del tema de su  próxima exposición y se destacaron las lecturas de poemas inéditos de la poeta uruguaya Raquel Martínez Martínez, quien luego publicará su libro número 31.

Las artes em diversas linguagenes em discussiónes y acciónes

MERIDIANOS EN OLAS DE RADIO

El programa de actividades culturales del VI Encuentro fue dado a conocer en la entrevista que los escritores brasileños Brenda Mar(que)s Pena y Tchello d´Barros dieran a Radio 97 Universal, de Montevideo. La invitación vino del poeta uruguayo Fernando Villalba, creador del programa radial La Noche del Buho, con el cuadro La Vez de los Poetas, siempre en vivo, a partir
de la medianoche de los sábados.

Con la presentación de Gustavo Ripoll y Beatriz Ripoll, y la participación de Los (in)Fernandos: Fernando Villalba y Fernando Gonzales. Así que ambos poetas de Brasil
se animaron a cuntar sobre sus especialidades, mientras Brenda habló sobre Poesía Sonora y Tchello explicó sobre Poesía Visual.

Además de los poemas autorales recitados en vivo, también se habló de literatura latinoamericana contemporánea, se mencionaron cachaças mineras, poetas brasileños como Quintana, Vinícius y Drummond. La entrevista se prolongó hasta las dos de la madrugada, finalizando con un momento destacado sobre la antología de poesía latinoamericana contemporánea “Meridianos Poéticos”;.
Puedes oír y ver la entrevista en YouTube desde este enlace: https://www.youtube.com/watch?v=sa5kyHdjwMo

||| 05.Nov.2023 |||

CONEXIONES COMPLEMENTARES

El segundo día de la etapa uruguaya del VI Encuentro comienza con un recorrido por la Rambla de Montevideo y un encuentro informal en Casa FeSy, de Fernando y Sylvana Lobato, con una degustación del tradicional asado y brindis con vinos nacionales de varietales selectos. Esta tarde inolvidable brindó momentos de conexión cultural, con relatos de experiencias literarias de participantes de diversos países, intercambio de ideas, referencias de autores y prácticas de producción escrita, ya sea en Prosa o Poesía. Mientras la artista anfitriona Sylvana Lobato habla de aspectos culturales de la vida em Uruguay, la escritora uruguaya Raquel Martínez Martínez cuenta de sus orígenes charrúas y también de su fuerte vínculo con Brasil, desde sus numerosas participaciones anuales en el ya extinto Congresso Brasileiro de Poesia, en la ciudad gaúcha de Bento Gonçalves. Como bônus de esta reunión fortuita, se mostró el videoarte “Meridianos” en una gran pantalla de plasma, generando uma  estimulante discussión sobre la videoarte actual.

ABRAZOS POÉTICOS Y DESPEDIDAS LITERARIAS

El cierre del VI Encuentro Internacional de Escritura Migrante se llevó a cabo en la antigua casona que fue sede de la resistencia uruguaya, hoy el tradicional Centro Cultural lo de Molina, un espacio con diferentes ambientes, como librería, cafetería, restaurante, espacio para tertúlias y exposiciones de artes visuales. En la celebración, que reunió a artistas de diferentes países, coordinada por
Brenda Mar(que)s Pena (lease fundadora del Instituto Imersão Latina – IMEL), hubo una animada tertulia con varios poetas, lecturas y performances. También fueran leidos textos de Cleo Veloso, Eliana Castela (tradución de Nando Marti), Jorge Carlos (tradución de Isabel Furini), Marta Velozo e Severino Iabá. Después de una sesión musical con la cantante Mica Tanco, y proyección de videos de Don Quispe (Bolivia), de los brasileños Ivana Andrés, Michelli Pessoa Marinho y Tchello d’Barros, además de obras de la colección audiovisual del Colectivo de Escritura Migrante, como “Cuerpo, Território y Resistencia”, “Usted no Está Aquí” y “Utópicas”. El destacado fu la presentación oficial y aberta a el público en Uruguay del videoarte “Meridianos”.

La etapa editorial del evento incluyó una sesión de autógrafos para el libro “Piel” de la uruguaya Eli Rodriguez, com lecturas de Vicente y Alejandra Waltes. Hubo la promoción del libro “Sonho Branco / White Dream” de la fotógrafa Eliane Velozo, actualmente radicada en Uruguay y la presentación de la antología latinoamericana de poemas “Nós da Poesia” – Vol. 08”, una producción internacional bianual del colectivo literário brasileño Nós da Poesia, con sede en Belo Horizonte. La publicación cuenta inclusive com un poema visual del maestro uruguayo Clemente Padín. La sesión literaria concluyó con el lanzamiento de la esperada antología internacional “Meridianos Poéticos”, firmada por los autores presentes. La parte seguinte se convertió em uma calorosa tertúlia: en la hermosa ciudad de Montevideo, que hoy prospera bajo la bendición de Bolívar, y donde vivió la gran “heroína de dos mundos”; Anita Garibaldi, al final también se mencionó al revolucionario brasileño Tiradentes, como símbolo de resistencia para estos tiempos agitados en que vive nuestro pueblo latino-americano. Felizmente hay la arte y la escritura migrante como instrumento para afirmar sus identidades culturales.

Este encuentro de 2023 finalizó con todos cantando la canción “Caminhando e Cantando”, de Geraldo Vandré y con un abrazo colectivo con representantes de diferentes países, símbolo de nuestro entrelazamiento cultural y unidad a través del Arte.

Cierre com tertúlia multilinguagenes, canciones y abrazos

El VI Encuentro Internacional de Escritura de Migrante | Argentina/Uruguay 2023 es uma realización del Colectivo de Escritura Migrante en colaboración con el Instituto Imersão Latina – IMEL.

Muestra Internacional de Arte Correo Poiesis integra la Noche de los Museos de Argentina

El Museo de las y los Trabajadores “Evita”, presenta la exposición “{POIESIS}” Muestra Internacional de Arte Correo, como parte del programa nacional Noche de los Museos, en la ciudad de La Plata, Argentina

“{POIESIS}” Muestra Internacional de Internacional de Arte Correo” se compone de obras de 72 autores de 19 países com sus poemas visuales en el sistema de Arte Correo. El Museo es coordenado por Monica Labarthé, que recientemente recebió en la instituición uma rueda de charlas com escritores de diversos países sudamericanos, participantes del VI Encuentro Internacional de Escritura Migrante. Después de la exposición em 25.Nov.2023, se mostrará una versión en Internet. Según el comisario de la muestra, el escritor y artista visual brasileño Tchello d’Barros, la exposición “es un proyecto que pretende reunir a dos aspectos interesantes de la llamada poesía experimental: la promoción de la reunión de poemas visuales con el sistema de Arte Correo”.

El VI Encuentro Internacional de Escritura de Migrante | Argentina/Uruguay 2023 es uma realización del Colectivo de Escritura Migrante en colaboración con el Instituto Imersão Latina – IMEL.

Servicio:

Exhibición: 25 de noviembre de 2023

Lugar: Museo de los y las Trabajadores “Evita”

Visitación: Entrada libre

Dirección: Av. 51 417, La Plata, Argentina

Promoción: Colectivo de Escritura Migrante

Produción ejecutiva: Brenda Mar(que)s Pena/Instituto Imersão Latina

Producción local: María Laura Cruppié / Las Pretextas

Curadoria: Tchello d’Barros / The Virtual Museum of Visual Poetry

Artistas:

ALEMANHA: HORST TRESS – MALTE SONNENFELD | ARGENTINA: ADRIAN DORADO – ANA VERÓNICA SUÁREZ – CLAUDIA LIGORRIA – MARIA FERNANDA DE BROUSSAIS – CLAUDIO MANGIFESTA – MADO RESNIK – MARCELA PERAL – MATIAS YGIELKA – OMAROMAR – RAQUEL GOCIOL – SILVIA RAQUEL BONDER | AUSTRÁLIA: ANNEKE BAETEN | BÉLGICA: LUC FIERENS – RENAAT RAMON – SVEN STAELENS | BRASIL: ALEXANDRE DACOSTA – ALMANDRADE – BRUNA BERGER – CARMEM SALAZAR – CONSTANÇA LUCAS – FERNANDO ABRITTA – GIL JORGE – GLÓRIA W. OLIVEIRA DE SOUZA – GUSTAVO JERONIMO – HUGO PONTES – JOAQUIM BRANCO – KAILA LIPP – MARGA MONTEIRO – TCHELLO D’BARROS – TEREZA YAMASHITA – YAN BRAZ | CANADÁ: KATYE O’BRIEN | COLÔMBIA: TULIO RESTREPO | DINAMARCA: MARINA SALMASO – VICTOR VIDAL | ESPANHA: CORPORACIÓN SEMIÓTICA GALEGA – FERRAN DESTEMPLE – JOSÉ L. CAMPAL – PIERRE D. LA | EUA: ARAM SAROYAN – JOHN BENNET – REID WOOD – STEVE DALACHINSKY | HUNGRIA: MÁRTON KOPPÁNY | ITÁLIA: ANGELA CAPORASO – CINZIA FARINA – CRISTIANO CAGGIULA – FRANCESCO APRILE – GUIDO CAPUANO – JIMMY RIVOLTELLA – MASSIMO CONCU – MAYA LOPEZ MURO – ORONZO LIUZZI – ROSSANA BUCCI – VIRGÍNIA MILICI | JAPÃO: ANÔNIMO – KEICHI NAKAMURA – NICHOLA ORLICK | MÉXICO: JOSÉ LUIS ALCALDE SOBERANES | POLÔNIA: MIRON TEE | PORTUGAL: AVELINO ROCHA – BRUNO MINISTRO – MARIA JOSÉ SILVA, MIZÉ – MÁRIO LISBOA DUARTE – NUNO MIGUEL NEVES | SUÍÇA: BRUNO SCHLATTER – DARKO VULIC | TURQUIA: MERAL AGAR – TURKAN ELÇI | URUGUAI: CLEMENTE PADIN

Texto Curatorial:

INTERFACE CON LA POESÍA VISUAL Y ARTE CORREO

por Tchello d’Barros *

”La poesía es … jugar con las palabras ”

José Paulo Paes

{POIESIS} presenta el posible diálogo entre el lenguaje de la Poesía Visual com el sistema de Arte Correo, el establecimiento de un espacio específico – la tarjeta postal – tales como el acceso al lector / espectador de poemas visuales. Esta hibridez, esta interacción, son las características que siempre han estado presentes tanto en la tradición de la Poesía Visual como las redes inventivas y intercâmbios de Arte Correo, apoyo mutuo que ha albergado creaciones visuales en diversas técnicas y conceptos. No es exagerado recordar que muchos autores (as) transitan en estos dos segmentos, que ora se tocam, ora se combinam.

¿Cuál es el lugar ideal de Poesía Visual en la época contemporánea? Podemos señalar a los libros, los periódicos culturales, exposiciones, medios de Internet y digitales, además de los híbridos en Artes Visuales y otras linguages, pero en primer lugar tal vez podemos considerar que sea el lugar de cualquier (bueno) poema: onde pueden causar reacciones estéticas, que puede comunicarse. El poema visual es un sobreviviente de nuestro pasaje turbulento a la posmodernidad, se abrió camino en la era digital, cruzó la línea del nuevo milenio, ha llegado a nuestros días y se reinventa cada vez más transgresor, crítico y hasta mismo político. Y no vino sólo para quedarse, sino para ampliar su arco temático, es por el sesgo del humor, ya sea por la crítica mordaz en los planteamientos de los grandes temas de la humanidad, de las tensiones geopolíticas, las disparidades socioeconómicas, las relaciones humanas, a los aspectos inusuales de la vida cotidiana.

El Arte Correo – Arte Postal, Mail Art – a su vez amplía sus redes simbólicas de intercambios a todos los continentes, aumentando continuamente sus adherentes, y, además de exposiciones colectivas, que aumenta su público de manera exponencial en los medios virtuales. De forma estructural, o sistema, nos damos cuenta del Arte Correo más vivo que nunca, con la ampliación de sus relaciones de intercambio de estesias y alumbramentos, tráfico de redes cada vez más amplios de nuestra sociedad global, a cambio de trabajos libres de los grilletes y las demandas del mercado, exigências académicas o las inflexibilidades institucionales.

Asistió a la convocatoria de esta exposición {POIESIS}, 72 artistas de 19 países, com la presentación sus creaciones en Poesía Visual en interación con Arte Correo, es decir, las postales que contienem poemas visuales de tema libre, con diversas técnicas como el dibujo, pintura, collage, infogravura, fotografía, reprografía, origami, caligrafía, técnicas mixtas, sellos de derechos de autor y los sellos de encargo. Y la diversificación amplía las imágenes de estilos y temas en estas obras donde cada postal tiene elementos de manufatura que las hacen únicas, en oposición a la cultura de masas en el que opera nuestra sociedad.

Provocar las relaciones entre la Poesía Visual y Arte Correo en el escenario nacional e internacional; estimular la presencia de estas linguages artísticas em diversos medios culturales; tensionar aspectos conceptuales para una posible reflexión o debate, son algunos puntos de partida de esta muestra {+} POIESIS. Y aunque también se puede pensar en el aspecto de la difusión de ambas categorías en Brasil, es también una manera de crear más opciones, ya sea para los que quieren entrar en el sistema con sus creaciones, es sólo para los amantes de la poesía en todas sus aspectos.

*Tchello d’Barros es Escritor, Artista Visual e Curador
Rio de Janeiro, Brasil – noviembre 2023

 

 

FLI BH 2023 HOMENAGEIA LÉLIA GONZALEZ EM EVENTO NO CCBB DE 16 A 20 DE NOVEMBRO

SERÃO OFERECIDAS ATRAÇÕES DIVERSAS E GRATUITAS, COMO LANÇAMENTOS DE LIVROS, RODAS DE CONVERSA E OFICINAS

FESTIVAL VAI RECEBER A 7ª EDIÇÃO DO “SALÃO DO LIVRO INFANTIL E JUVENIL DE MINAS GERAIS”, COM A PARTICIPAÇÃO DE MAIS DE 30 EDITORAS ESTUDANTES E EDUCADORES DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

RECEBERÃO MAIS DE 10 MIL VALES-LIVROS

A 5ª edição do Festival Literário Internacional de Belo Horizonte – FLI BH, realizada pela
Prefeitura de Belo Horizonte, em parceria com o Instituto Periférico, vem acontecendo
desde setembro, com diversas ações descentralizadas na capital mineira. Entre os dias 16 e
20 de novembro será realizada mais uma etapa, o tradicional evento que reúne escritores,
poetas, ilustradores, narradores de histórias, grupos de teatro, músicos, produtores,
editores, pesquisadores e leitores, envolvendo lançamentos de livros, rodas de conversa,
oficinas e atrações diversas. Todas as atividades, gratuitas, vão acontecer no Centro Cultural
Banco do Brasil – CCBB-BH, na Praça da Liberdade.

Iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, a quinta
edição do Festival, que homenageia a escritora mineira de Belo Horizonte, Lélia Gonzalez,
uma das mais importantes intelectuais brasileiras do século XX, reúne programação intensa
que contará com nomes importantes do setor. É o caso de François Dosse, historiador e
sociólogo francês; a colombiana Lady La Profeta, atual campeã da Copa do Mundo de Poesia
Falada; os escritores João Silvério Trevisan, Lilia Guerra, Joice Berth, Dalva Maria Soares,
Laura Cohen, José Eduardo Gonçalves e Marilda Castanha, entre muitos outros.

Para a secretária Municipal de Cultura, Eliane Parreiras, o FLI BH é uma importante política
pública do município dedicada à valorização e ao desenvolvimento da literatura e da leitura
não só em

Belo Horizonte, mas também em outros lugares de Minas Gerais e do Brasil. “A
Prefeitura de Belo Horizonte vai oferecer ao público programação rica, extensa e
contemporânea. Além disso, o Festival cumpre o papel de promover uma grande articulação
entre editores e autores, possibilitando aos participantes o acesso a uma produção cultural
potente e diversa. Estruturamos o 5º FLI BH como uma ação estendida e continuada, de
difusão e formação, que se expande para a cidade com programações nas 22 bibliotecas da
Cultura Municipal, nas livrarias de rua da cidade, especialmente na Savassi, o bairro das
letras, no Circuito Literário de BH e agora no CCBB, no coração de Belo Horizonte. É Belo
Horizonte reafirmando sua vocação de cidade literária”, comemora.

A presidente da Fundação Municipal de Cultura, Luciana Ferés, celebra a realização de mais
um festival. “A produção artística do Fli BH está sempre antenada com as mudanças sociais
no país e homenagear a filósofa e escritora Lélia Gonzales, uma referência nos estudos de
gênero e raça no Brasil e América Latina, é um destaque da 5ª edição do festival. Teremos
autoras e autores convidados que estão produzindo literatura inspiradas pela Lélia e seus
ideais do feminismo negro. Mas o FLI BH é também lugar de muita literatura infanto-juvenil
incentivado a formação de público de leituras e bibliotecas, uma ação constante da
Prefeitura de Belo Horizonte para estimular a cadeia produtiva do livro e do leitor”.

“A 5ª edição do Festival contempla a literatura em sua diversidade, tanto na natureza das
atividades, quanto de públicos, estilos e regiões. Nesta edição buscamos reunir os atores e
apreciadores da literatura em cinco dias de ricos encontros de grandes nomes, quando
haverá também a oportunidade de conhecer novos autores e trabalhos e o que vem sendo
produzido no nosso estado”, explica Gabriela Santoro, diretora do Instituto Periférico.

A partir da parceria com a Secretaria Municipal de Educação da cidade, SMED-BH, serão
distribuídos mais de 10 mil vales-livros na Feira Literária, que poderão ser trocados, pelos
alunos e educadores, pelas diversas obras disponíveis, que abrangem desde os clássicos da

literatura infantil até as mais recentes criações contemporâneas. O público em geral
também pode adquirir livros e participar da programação do evento, que contará com mesa
de debate e narração de histórias em homenagem a Marcelo Xavier. Reconhecido por
prestigiosos prêmios literários no Brasil, Marcelo é autor de mais de 20 livros, a maioria para
crianças, e é destaque na ilustração tridimensional com massinha.

A Prefeitura de Belo Horizonte se associou à Câmara Mineira do Livro para realizar a 7ª
edição do Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas Gerais dentro da programação do FLI
BH. O Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas Gerais, que retorna ao formato presencial,
terá a participação de mais de 30 editoras com uma diversidade de obras literárias,
oferecendo ao público uma ampla produção editorial para crianças e jovens. “Minas Gerais
possui uma grande tradição literária, e a chegada do Salão do Livro Infantil e Juvenil à 7ª
edição marca a sua consolidação como um dos mais importantes eventos literários do país,
dedicado às crianças e aos jovens. Esperamos que todos se divirtam e fortaleçam o hábito e
o prazer pela leitura”, afirma Felipe Mayrink, Presidente da Câmara Mineira do Livro.

O FLI BH 2023 é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria
Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, e do Instituto Periférico. Conta
com o apoio do Ministério Público de Minas Gerais, por meio dos recursos do Fundo
Especial do Ministério Público do Estado de Minas Gerais – FUNEMP, e com a parceria
cultural da Câmara Mineira do Livro, do Sesc em Minas e do Centro Cultural Banco do Brasil.
O Salão do Livro Infantil e Juvenil de Minas Gerais, organizado pela Câmara Mineira do Livro
e patrocinado pelo Mater Dei, integra o FLI-BH por meio da Lei Municipal de Incentivo à
Cultura de Belo Horizonte.
Este ano, o FLI BH já marcou presença na Expo Favela Minas, dias 15 e 16 de setembro, que
aconteceu pela primeira vez no estado, buscando ampliar o protagonismo de vozes
periféricas, além de exaltar a literatura e a produção literária das favelas. De 6 a 10 de
novembro, promoveu atividades gratuitas nos 17 Centros Culturais da PBH, distribuídos nas
nove regionais da cidade, descentralizando o acesso à cultura. E no dia 11 de novembro,

aconteceu o Circuito FLI BH de Livrarias, com programação construída em parceria com os
livreiros. Após o grande encontro no CCBB, o Festival continua com suas ações
descentralizadas e finaliza a programação em uma ação especial de comemoração do
aniversário da cidade, em dezembro.

A HOMENAGEADA LÉLIA GONZALEZ

Afirmando seu compromisso com a diversidade de autorias e produções editoriais,
assumido desde a primeira edição, o Festival consolida-se como encontro de vozes diversas
e ideias transformadoras e traz como homenageada a mineira de Belo Horizonte, Lélia
Gonzalez. Escritora, política, professora, filósofa e antropóloga, foi pioneira nos estudos
sobre cultura negra no Brasil e co-fundadora do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras
do Rio de Janeiro, do Movimento Negro Unificado e do Olodum.
“Vozes e ideias para vidas justas” é o tema da 5ª edição do FLI BH, abrangendo o universo
simbólico da produção de Lélia Gonzalez, com ênfase nas lutas e pesquisas da autora,
especialmente direcionadas a grupos minorizados no cenário nacional e latino-americano.
Trata-se também de um convite do Festival para a transformação, a igualdade e a empatia,
refletindo de maneira consistente e poética a proposição curatorial desta edição.

Para Lélia Gonzalez, a linguagem cultural precisava ser subvertida, já que o sexismo e o
racismo eram as marcas profundas da cultura de dominação brasileira e latino-americana.
Uma das contribuições teóricas de Lélia é o conceito “pretuguês”, termo criado para pensar
a formação da identidade cultural brasileira por meio das palavras provenientes de idiomas
africanos. A autora criou também o termo amefricanidade, que busca reagir às formulações
norte-americanas autorreferenciadas que se impunham sobre as demais partes do
continente.
Vida e obra de Lélia Gonzales têm recebido atenção na última década. Ela tem sido
homenageada de várias formas. Em 2015, em Brasília, o recém-inaugurado prédio da
Organização das Nações Unidas (ONU) recebeu o nome Lélia Gonzalez. Em 2020, a LASA,
maior encontro acadêmico do mundo voltado para a produção científica sobre a América

Latina, homenageou a intelectual nomeando seu evento de “Améfrica Ladina”, termo que
Lélia Gonzalez usava para se referir à formação do continente, marcando suas influências
indígenas e africanas, além da ibérica.

Em consonância com o pensamento da homenageada, a ilustradora Carol Fernandes criou
ilustrações que expressam anseios centrais do nosso tempo: a reivindicação de vidas justas,
que buscam a convivência pacífica entre grupos sociais, a celebração da infância e a
proteção da biodiversidade e do meio ambiente.
“Nós, da família de Lélia Gonzalez ficamos sempre muito orgulhosos e honrados com essas
justas homenagens a essa grande figura que teorizou nossa luta e deu voz aos que precisam,
no Brasil e em outros lugares do Mundo. Lélia Gonzalez viveu e lutou pela igualdade e
acreditava que ela era real e possível! Parabéns pela homenagem, estamos todos muito
felizes por mais esse reconhecimento”, comenta Melina de Lima, neta da autora.

FESTIVAL LITERÁRIO INTERNACIONAL DE BELO HORIZONTE – FLI BH

O Festival Literário Internacional de Belo Horizonte – FLI BH – nasceu em 2015, da
convergência de políticas públicas de acesso ao livro, à leitura e à literatura que a Prefeitura
desenvolve através da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura.
Realizado a cada dois anos, além de ser a culminância das ações destinadas ao acesso ao
livro e à promoção da leitura na capital mineira, o festival é inteiramente dedicado à
literatura oferecendo oficinas de leitura, escrita literária e ilustração, mostra de cinema,
narrações de histórias, rodas de leitura, palestras, feira de livros e diversas atividades
voltadas ao universo literário. Seu propósito é trazer à cena a diversidade que a literatura expressa.
Às vozes do texto literário, somam-se as vozes das ruas, dos saraus, da academia e a voz do público leitor.

Durante os dias de Festival, essas vozes ecoam em oficinas, saraus, recitais, leituras, debates
e lançamento de livros. A ideia é romper com as divisões entre centro e periferia, entre
guetos, grupos e classes sociais, entre o tradicional e o novo, e nos apossarmos da força que
vem de diferentes territórios, com a variedade de culturas, de gêneros e de opções de
expressão.

Das atividades humanas, a arte é a que mais nos lembra que precisamos de emoção para
prosseguir. A literatura ocupa aqui um lugar especial por ser capaz de acolher toda a
diversidade, emprestar voz aos que não podem falar, falar de igual para igual com aqueles
que querem silenciar o outro. Ela possibilita a troca de experiências, o diálogo entre os
saberes, a reflexão sobre as conquistas e perdas individuais e coletivas.

LANÇAMENTO DO LIVRO MERIDIANOS POÉTICOS

No sábado, 18 de novembro, às 18h o livro “Meridianos Poéticos” será lançado. A publicação foi organizada pela poeta e Editora Brenda Marques,
em parceria do Imersão Latina com a editora @marialauracoppie do editorial MareMium, de Buenos Aires. Será no @ccbbbh.
Confira a programação completa no @flibhoficial
Autores do livro “Meridianos Poéticos” confirmados pro lançamento no FLI-BH
Brenda Mar(que)s Pena @brendamarquespena
Eugênio Magno
Ivana Andrés @ivanaandresribeiro
José Hilton Rosa @josehiltonrosa
Lin Quintino @linquintino
Tchello d’Barros @tchellodbarros

 

PROGRAMAÇÃO

O FLI BH terá início, todos os dias, com o Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG, a feira de
livros que estará aberta à visitação das 9h às 21h.

Quinta-feira, 16/11

A programação começa com narração de histórias com Wander Ferreira, bibliotecário na
Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte. Na roda de leitura “A canção de
Adity Bollà”, Carlandreia Ribeiro, Wagner Junio Ribeiro e Jacó Nascimento narram histórias
de tradição popular africana. Carlandreia e Wagner seguem na próxima Roda de Leitura,
“Encontro das águas: a poética de Conceição Evaristo e a voz insurgente de Lélia
González”, que apresenta narrativas de Conceição Evaristo e do pensamento de Lélia
Gonzalez.

A abertura do evento acontece às 19h e, em seguida, às 19h30, conferência inaugural “A
dimensão educativa no pensamento de Lélia Gonzalez”, com Nilma Lino Gomes (ex-
ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, pesquisadora, além de
professora titular da Faculdade de Educação da UFMG), e mediação de Dalva Maria Soares
(escritora que integra a coordenação artística do evento).

Sexta-feira, 17/11

Uma das primeiras atividades do dia é a Oficina “Meu livro de memórias”, ministrada pela
artista visual Beatriz Mom. Os participantes serão convidados a dialogar poeticamente com
suas lembranças e experiências para criar, confeccionar e encadernar seu próprio livro de
memórias, à moda cartonera, utilizando capas de papelão e costura manual. Outras oficinas
farão parte da programação do dia: “Zinelab Lélia Gonzalez” e “Gravura em embalagem
longa vida”. Ministrada pela escritora e editora Karine Bassi, a Zinelab explora o processo
completo de criação de fanzines, desde a produção independente até a publicação, tendo
como tema o pensamento de Lélia Gonzalez. Já na oficina de gravura, Natália Gregorini,
escritora e ilustradora, apresenta princípios da ponta-seca, técnica da gravura em metal.
A programação de palestras se inicia com “Histórias Indígenas”, apresentada por Yaguarê
Yamã, professor e autor indígena amazonense, do povo Maraguá, com mediação de Samuel
Medina. Yaguarê percorrerá as etapas de criação, publicação e a leitura de histórias
indígenas, especialmente as de sua autoria. O escritor publicou, entre outros, os livros
“Olhos de jaguar”, “Guayarê – o menino da aldeia do rio” e “Pequenas guerreiras”. Com
mediação de Agripina Vieira e Isabel Cristina Vieira, as obras do autor ainda serão tema da
roda de leitura “Histórias Indígenas”. Agripina e Isabel são coordenadoras da Biblioteca
Comunitária Corrente do Bem, em Santa Luzia.

A próxima palestra, “Biblioteca da gente: tudo em todo lugar, ao mesmo tempo”, reflete
sobre as possibilidades de atuação das bibliotecas de acesso público na promoção de vidas
justas para todas as pessoas, à luz de experiências na América Latina. Será ministrada pelo
presidente do Programa Ibero-Americano de Bibliotecas Públicas – Iberbibliotecas, o chileno
Gonzalo Oyarzún, e mediada pelas bibliotecárias Cleide Fernandes e Patrícia Renó. “A quem
pertence essa dor?” será apresentada por João Silvério Trevisan, que recebeu três vezes o
Prêmio Jabuti e o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte – APCA. A palestra
explora o caráter literário e pessoal da escrita, tendo como fio condutor a experiência do
autor, com mediação de Luiz Morando, pesquisador da memória LGBTQIAP+ de Belo
Horizonte.

Neste dia, as narrações de histórias para crianças e adolescentes começam às 9h, com Paulo
Fernandes, livreiro, escritor, narrador de histórias e ativista literário. A Cia. Canta Contos
conduz a próxima, também para o mesmo público. Formada pela narradora Bárbara Amaral
e pelos músicos Babu Xavier e Tininho Silva, a Canta Contos é uma companhia de narração
artística de histórias com caráter lítero-musical, que ainda apresenta, no mesmo dia, o
espetáculo “O menino sabino”. As contadoras de histórias da Biblioteca Pública Infantil e
Juvenil de Belo Horizonte, Maria Célia Nunes e Marly com Y, conduzem a narração de
histórias da escritora Conceição Evaristo.

A mesa de debate “A escrita e a leitura de nossas existências” fecha o dia, abordando a
leitura, a escrita e a publicação de autorias e narrativas LGBTI+ no Brasil. A mesa contará
com Menino Jazz, autor de “Abaixo a luz do sol” e dos zines “Tudo está dentro” e
“Coragem”, e Karine Bassi, presidente da Associação Literária, Educativa e Cultural Venas
Abiertas, que tem como objetivo a produção e disseminação da literatura produzida por
pessoas à margem do mercado editorial. O jornalista, produtor cultural, idealizador do
Projeto Verve e assessor especial da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte,
Fredy Antoniazzi, media a conversa.

Sábado, 18/11

O único dia da programação que contará com a feira de autores, editores e artistas gráficos
independentes, com curadoria de João Perdigão. O dia também começa com as oficinas
“Meu livro de memórias” e “Expressão literária como expressão pessoal”. Palestrante do
dia anterior, João Silvério Trevisan, conduz a última, que explora caminhos para o
aprimoramento da expressão pessoal, particular de cada um, por meio da literatura. Outras
diversas oficinas continuam ao longo da programação. “Inventando passarinhos”, de Carol
Fernandes, convida crianças e adultos a criarem a própria coleção de passarinhos, por meio
da técnica de colagem. Carol é escritora e ilustradora, premiada pelo Selo Cátedra Unesco
de Leitura PUC-Rio 2021 com o livro “Se eu fosse uma casa”. A partir de brincadeiras de

tradição oral, a oficina “Uma história pode ser uma brincadeira” convida as crianças e suas
famílias à experimentação da ludicidade. A professora, psicopedagoga e estudante de
Biblioteconomia, Flávia Paixão, conduz a atividade. A oficina “Arte sequencial” amplia o
olhar dos participantes para as formas de se contar uma história, a partir da produção de
quadrinhos. Quem a lidera é a quadrinista Ana Cardoso, que ilustrou diversos livros para o
segmento editorial infantil e em 2022 publicou “Mingau”, da Maurício de Sousa Produções.
No Auditório 2, a oficina “Vivências Musicais”, será oferecida por Isaac Luís para bebês e
adultos que os acompanham em uma vivência dinâmica e envolvente. Mestre em Educação
Musical pela UFMG, Isaac integra a Cia. Pé de Moleque e é professor de musicalização
infantil, com atuação em escolas, casas de brincar e projetos especiais para a infância. A
última oficina do dia, conduzida por Gabriel Nascimento, “Imprimindo letras: uma pequena
experiência tipográfica”, apresenta o sistema de impressão tipográfica, refletindo sobre o
desenho e sonoridade das letras.

Cinco mesas de debate farão parte da programação. A mesa “Que histórias precisamos e
desejamos contar?”, com Laura Cohen, Lilia Guerra e mediação de Cecília Castro, traz a
experiência das autoras, como ponto de partida para refletir sobre as histórias que
escolhem contar, em meio a muitas que continuam silenciadas. Instigadas pela jornalista e
pesquisadora Etiene Martins, Bethânia Amaro e Juliana Leite discutem a experiência de
vencer o Prêmio Sesc de Literatura, que completa 20 anos, respectivamente, em 2023 e
2018, na mesa “Escrever, publicar e ser lida: a potência dos prêmios literários”. Ana Elisa
Ribeiro e Dalva Maria Soares estão na mesa “Contemporâneas: como escrevemos e
publicamos hoje”, com mediação de Rodrigo Teixeira. Ana conquistou o Prêmio Jabuti na
categoria Juvenil, com o livro “Romieta e Julieu”. Dalva é autora de “Para diminuir a febre de
sentir”, “Do Menino” e “Me ajuda a olhar!”, todos publicados pela editora Venas Abiertas.
“Fé, ancestralidade e democracia: o direito de ser quem somos”, conta com a jornalista
Makota Célia Gonçalves Souza, coordenadora nacional do Centro Nacional de Africanidade e
Resistência Afro-Brasileira, e com Pedrina de Lourdes Santos, conhecida como Capitã
Pedrina, pesquisadora em história e cultura afro-brasileiras. A mediação é de Rafaela Lima,

pesquisadora na arte da luta anti racista. O Clube do Livro BH ainda convida Jim Anotsu e
Lavínia Rocha, com mediação de Letícia Pimenta, para troca de experiências sobre leituras.
No pátio do CCBB, serão apresentados os livros “E a princesa não queria casar”, de Ana Elisa
Ribeiro (Yellowfante, 2023), “Fevereiro”, de Carol Fernandes (Caixote, 2023), e “Madalena”,
de Natália Gregorini (Livros da Matriz, 2019). No espaço, também acontecem diversas
apresentações artísticas. Marilda Castanha, Nelson Cruz e Cecília Castanha pintam ao vivo
imagens inspiradas em Carlos Drummond de Andrade, uma homenagem aos 120 anos do
poeta. A Cia. Bando, que investiga o universo dos contos e mitos para transformá-los em
espetáculos, apresenta o espetáculo “Matias e a estrada infinita do tempo”. O espaço
também contará com a intervenção “Andanças Urbanas”, projeto de dança e música que
promove interação com o espaço urbano e o público nele presente, da Ananda – Cia. de
Dança Contemporânea. A programação do pátio fecha com a batalha de poesia do Slam
Clube da Luta, que convida Lady la Profeta.

Domingo, 19/11
Autor de muitos livros para crianças e reconhecido pelos mais prestigiosos prêmios literários
no Brasil, Marcelo Xavier é o grande homenageado na mesa “Asas de papel para muitos
voos da imaginação”, com Claudia Prates, Lourdinha Mendes e mediação de Leida Reis. O
trabalho do artista plástico, escritor, ilustrador, cenógrafo e figurinista com a massinha de
modelar ainda será o fio condutor da oficina “Modelagem com massinha”, ministrada por
Luiza Xavier. Outro destaque é a presença do historiador e sociólogo francês, François
Dosse, na mesa de debate “Pensar, sentir e viver junto hoje: convites à experiência em
tempos de vida digital”, ao lado de Deivison Faustino, doutor em Sociologia. Com mediação
de Isabelle Chagas, o encontro discute as tecnologias e sua imediatez, que alteram os modos
de pensamento e as possibilidades de reflexão na atualidade, além de acirrar desigualdades.
Anna Cunha, Luana Tolentino, Mariana Rosa, com mediação de Daniela Figueiredo, estão na
mesa “Narrar e ler as experiências de ser criança”. Anna tem obras publicadas em oito
idiomas e recebeu diversos prêmios, como o Northern Lights Award (US). Luana é escritora
e, há dez anos, é professora de História em escolas públicas da periferia de Belo Horizonte.

Já Mariana é fundadora do Instituto Cáue e ativista pelos direitos das pessoas com
deficiência.
No pátio do CCBB, o Sarau “Todos estão surdos” traz o protagonismo da língua brasileira de
sinais – Libras por meio da poesia, performance, contação de histórias e tudo o que envolve
o espectro da identidade e cultura da comunidade surda brasileira. A programação no
espaço continua com as narrações de histórias para crianças e suas famílias, com o grupo de
Contadoras de Histórias da Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de Belo Horizonte. Lua Gondi
conta histórias de Marcelo Xavier na homenagem ao autor, no Auditório 1. O espetáculo
teatral para bebês “Regalos” é outra grande atração do dia. Apresentado pela DaMa Espaço
Cultural, traz poemas de Mário Quintana e cantigas de roda, convidando bebês, crianças
pequenas e suas famílias a se divertirem juntos.

Diversas formas artísticas serão contempladas nas oficinas. Direcionada à primeira infância,
“Uma viagem pela floresta: desenho de criação” é conduzida por Júlia Azeredo, formada
em Artes Visuais pela escola de Belas Artes da UFMG e especialista em Psicopedagogia e
Educação Criativa. Jovens e adolescentes podem participar da oficina do artista plástico e
muralista Caio Ronin, “Temas do nosso tempo em colagem”, materializando, em colagens,
indagações e proposições para a construção de um mundo pacífico e sustentável. Em
“Como fazer um abridor de amanhecer”, Fernando Siqueira convida os participantes a
brincar com a forma e o conteúdo de livros, valendo-se de várias expressões artísticas, como
desenho, pintura, colagem, encadernação e técnicas pop-ups. Fernando é integrante do
ALMA – Ateliê de Livros Malcriados, um espaço de criação destinado a publicações
independentes. A oficina “Imprimindo letras”, com Gabriel Nascimento, também
acontecerá novamente neste dia.

Segunda-feira, 20/11
Na última mesa de debates, “Escrever, seguir escrevendo”, Bruna Kalil Othero e José
Eduardo Gonçalves apresentam seus livros mais recentes, “O presidente pornô” (Companhia
das Letras, 2023) e “Pistas falsas” (Patuá, 2023) e conversam sobre a escrita, a publicação e

a leitura de literatura no Brasil hoje. Também participa da mesa a fotógrafa, escritora e
jornalista francesa Emilienne Malfatto, que foi repórter de guerra no Iraque e tem dois livros
premiados. Já a última oficina é ministrada por Rodolfo Cascão, Mestre da Cultura Popular
nomeado pelo 4º Prêmio da PBH em 2020, pelo seu trabalho com a Literatura de Cordel.
“Vamos cordelizar – aprender a fazer e conhecer o mundo do cordel” é para adolescentes,
jovens e adultos.

Poemas de Drummond, Cecília Meireles, Neusa Sorrenti, Silas Fonseca, Roseana Murray,
Conceição Evaristo, Adriane Garcia, Manoel de Barros, Marcos Bagno e muitos outros,
ganham vida no pátio do CCBB-BH, com o Coletivo Arautos da Poesia, que promove
intervenções lúdicas e interativas. O dia também conta com a reapresentação do espetáculo
de narração artística de histórias “O menino Sabino”, com a Cia. Canta Contos. Beatriz
Myrrha conta histórias para crianças e adolescentes em “Todo mundo cabe no mundo”. A
artista também estará no fechamento do evento, com o Coral dos Desafinados, no Sarau
“Canção Amiga”. A atração costura poemas, principalmente de Carlos Drummond de
Andrade, com canções da Música Popular Brasileira.

SERVIÇO:
Festival Literário Internacional de Belo Horizonte – FLI BH
5ª edição – Etapa principal
Data: 16 a 20 de novembro
Local: Centro Cultural Banco do Brasil (Praça da Liberdade, 450).
Entrada gratuita
Para algumas oficinas, é necessário retirar o ingresso gratuitamente na bilheteria do CCBB,
uma hora antes do início da atividade (sinalizadas abaixo).
Mais informações e programação completa: portalbelohorizonte.com.br/fli

QUINTA-FEIRA (16/11)
9h às 21h – Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG

Local: 3º andar
9h às 10h – Narração de histórias com Wander Ferreira
Local: Pátio
14h às 15h – Roda de leitura “A Canção de Adity Bollà”, com Carlandreia Ribeiro e Wagner
Junio Ribeiro
Local: Pátio
18h30 às 19h30 – Roda de leitura “Encontro das Águas: a poética de Conceição Evaristo e a
voz insurgente de Lélia González”, com Carlandreia Ribeiro e Wagner Junio Ribeiro
Local: Pátio
19h – Abertura institucional
19h30 às 21h – Conferência inaugural “A dimensão educativa no pensamento de Lélia
Gonzalez”, com Nilma Lino Gomes; mediação: Dalva Maria Soares.
Local: Proscênio Teatro 1

SEXTA-FEIRA (17/11)
9h às 21h – Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG
Local: 3º andar
9h às 10h30 – Narração de histórias, com Paulo Fernandes
Local: Pátio
10h às 12h – Oficina “Meu Livro de Memórias”, homenagem a Drummond, com Beatriz
Mom
Local: 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
10h30 às 12h – Palestra “Histórias Indígenas”, com Yaguarê Yamã; mediação: Samuel
Medina (FMC)

Local: 3º andar I Auditório 1
14h às 15h – Narração de histórias, com Cia. Canta Contos
Local: Pátio
14h às 17h – Oficina ZineLab Lélia Gonzalez, com Karine Bassi
Local: 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
14h às 17h – Oficina Gravura em embalagem longa vida, com Natália Gregorini
Local: 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
14h30 às 15h30 – Roda de leitura “Histórias Indígenas”, com Yaguarê Yamã; mediação:
Isabel Vieira e Agripina Vieira
Local: 3º andar I Auditório 1
16h às 17h30 – Palestra “Biblioteca da gente: tudo em todo lugar, ao mesmo tempo”, com
Gonzalo Oyarzún (Chile); mediação: Cleide Fernandes (BH/SEBPM) e Patricia Renó
(BPIJ/FMC)
Local: 3º andar I Auditório 1
18h às 18h40 – Narração de histórias “Escrevivências de Conceição Evaristo”, com Maria
Célia Nunes e Marly com Y
Local: Pátio
18h às 19h15 – Palestra “A quem pertence a nossa dor?”, com Silvério Trevisan, mediação:
de Luiz Morando
Local: 3º andar I Auditório 1
19h às 20h – Espetáculo de narração artística de histórias “O menino Sabino”, com a Cia.
Canta Contos
Local: Pátio

19h30 às 21h – Mesa de debate “A escrita e a leitura de nossas existências”, com Jazz
Orimauá (BH) e Karine Bassi (BH); mediação: Fredy Antoniazzi (BH / FMC).
Local: 3º andar I Auditório 1

SÁBADO (18/11)
9h às 21h – Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG
10h às 19h – Feira de livros independentes
Local: 3º andar
10h às 11h – Espetáculo teatral “Matias e a estrada infinita do tempo” – Cia. Bando
Local: Pátio
10h às 12h – Oficina “Meu livro de memórias”, homenagem a Drummond – Beatriz Mom
Local: 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
10h às 13h – Oficina “Expressão literária como expressão pessoal” – João Silvério Trevisan
Local: Sala de oficina 3 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
10h às 17h – Criação de ilustrações em homenagem a Carlos Drummond de Andrade , com
Marilda Castanha, Nelson Cruz e Cecília Castanha
Local: Pátio
10h30 às 12h30 – Mesa de Debate: “Escrever, publicar e ser lida: a potência dos prêmios
literários”, com Bethânia Amaro e Juliana Leite; mediação: Etiene Martins
Local: 3º andar I Auditório 1
11h às 12h30 – Roda de leitura com Carol Fernandes, Natália Gregorini e Ana Elisa Ribeiro;
mediação: Patrícia Renó

Local: Pátio
14h às 15h – Oficina Vivências Musicais, com Isaac Luís
15h às 16h – Oficina Vivências Musicais, com Isaac Luís
Local: 3º andar I Auditório 2
14h às 15h30 – Mesa de debate: Clube do Livro BH, com Jim Anotsu e Lavínia Rocha;
mediação: Letícia Pimenta
Local: Pátio
14h às 15h – Oficina “Uma história pode ser uma brincadeira”, com Flávia Paixão
Local: Sala de oficina 2 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB
14h às 15h30 – Mesa de Debate: “Contemporâneas: como escrevemos e publicamos hoje”,
com Ana Elisa Ribeiro e Dalva Maria Soares; mediação: Rodrigo Teixeira
Local: 3º andar I Auditório 1
14h às 16h – Oficina “Inventando Passarinhos”, com Carol Fernandes
Local: Sala de oficina 1 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB
14h às 17h – Oficina “Arte sequencial”, com Ana Cardoso
Local: Sala de oficina 3 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
16h às 17h – “Andanças Urbanas”, com Ananda – Cia. de Dança Contemporânea
Local: Pátio
16 às 18h – Mesa de debate: “Fé, ancestralidade e democracia: o direito de ser quem
somos”, com Makota Célia Gonçalves de Souza e Pedrina de Lourdes Santos; mediação:
Rafaela Lima.
Local: 3º andar I Auditório 1

16h30 às 18h30 – Oficina “Imprimindo letras: uma pequena experiência tipográfica”, com
Gabriel Nascimento
Local: Sala de oficina 1 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
18h30 às 20h30: Mesa de Debate “Que histórias precisamos e desejamos contar?”, com
Lilia Guerra (SP) e Laura Cohen (MG); mediação: Cecília Castro (BH)
Local: 3º andar I Auditório 1
18h30 às 20h – Slam Clube da Luta convida Lady la Profeta
Local: Pátio

DOMINGO (19/11)
9h às 21h – Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG
Local: 3º andar
10h às 10h40 – Roda de leitura, com Leo Cunha
Local: Auditório 1 | 3º andar
10h às 12h – Oficina “Como fazer um abridor de amanhecer”, com Fernando Siqueira
Local: Sala de oficina 1 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
10h às 12h – Oficina “Temas do nosso tempo em colagem”, com Caio Ronin
Local: Sala de oficina 3 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
10h às 11h – Sarau Todos Estão Surdos, com Flávio Maia, Ademar Alves, Gabriel Benfica,
Crizin, Rosane Lucas e Eduardo Rodrigues
Local: Pátio

11h às 12h – Narração de histórias, com Grupo de Contadoras de Histórias da Biblioteca
Pública Infantil e Juvenil
Convidados: Cida Quille, Laura Silva, Marília Oliveira, Marly com y, Pierre André, Regina
Caminha, Rosi Amaral, Terezinha Pães, Verusca e seu Fusca
Local: Pátio
11h às 12h30 – Mesa de Debate: “Narrar e ler as experiências de ser criança”, com Mariana
Rosa, Anna Cunha, Luana Tolentino; mediação: Daniela Figueiredo.
Local: 3º andar I Auditório 1
11h às 12h – Oficina “Uma viagem pela floresta: desenho de criação”, com Júlia Azeredo
14h às 15h – Oficina “Uma viagem pela floresta: desenho de criação”, com Júlia Azeredo
Local: Sala de oficina 2 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB
14h às 15h30 – Oficina “Modelagem com massinha”, com Luiza Xavier
Local: Sala de oficina 3 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB
14h às 16h – Oficina “Imprimindo letras: uma pequena experiência tipográfica”, com
Gabriel Nascimento
Local: Sala de oficina 1 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
14h às 15h – Espetáculo teatral para bebês Regalos, com o DaMa Espaço Cultural
15h30 às 16h30 – Espetáculo teatral para bebês Regalos, com o DaMa Espaço Cultural
Local: 3º andar I Auditório 2
16h às 16h40 – Narração de histórias, com Lua Gondi
Local: 3º andar I Auditório 1

17h às 18h – Mesa de homenagem: “Asas de papel para muitos voos da imaginação:
homenagem a Marcelo Xavier”, com Lourdinha Mendes, Claudia Prates e Marcelo Xavier;
mediação: Leida Reis.
Local: 3º andar I Auditório 1

18h30 às 20h30 – Mesa: “Pensar, sentir e viver junto hoje: convites à experiência em
tempos de vida digital”, com François Dosse e Deivison Faustino; mediação: Isabelle Chagas
Local: 3º andar I Auditório 1

SEGUNDA-FEIRA (20/11)
9h às 21h – Salão do Livro Infantil e Juvenil de MG
Local: 3º andar
10h às 10h50 – Narração de poemas, com Arautos da Poesia, com Coletivo Arautos de
Poesia
Local: Pátio
14h às 15h – Narração de histórias “Todo mundo cabe no mundo”, com Beatriz Myrrha
Local: Pátio
14h às 16h30 – Oficina “Vamos Cordelizar – aprender a fazer e conhecer o mundo do
Cordel”, com Rodolfo Cascão
Local: Sala de oficina 3 | 3º andar
Retirada de ingressos na bilheteria do CCBB-BH uma hora antes do início da atividade
18h30 às 20h – Mesa de Debate: “Escrever, seguir escrevendo”, com José Eduardo
Gonçalves, Bruna Kalil Othero e Emilienne Malfatto; mediação: Lucas Amorim
Local: 3º andar I Auditório 1
18h às 18h40 – Espetáculo de narração artística de histórias “O menino Sabino”, com a Cia.
Canta Contos (Bárbara Amaral, Babu Xavier e Tininho Silva)

Local: Pátio
19h às 20h – Sarau Canção Amiga, com Beatriz Myrrha e o Coral dos Desafinados
Local: Pátio

VI Encuentro Internaciona de Escritura Migrante: Meridianos Poéticos empieza esta semana con 5 días de programación en Argentina y Uruguai

El VI Encuentro Internacional de Escritura Migrante: Meridianos Poéticos empieza en el próximo miércoles, en la ciudade de Buenos Aires, capital de Argentina. De 1-5 de noviembre participantes que viven en distintos países sudamericanos participan de lanzamientos  libros, ruedas de lectura, performances poéticas, videos de poesía, muestras de poesía visual, sonido y otras formas de libre expresión poética y visitas culturales a varios establecimientos.

Ejes temáticos:

- Narrativas e identidades culturales;
- Artes migrantes;
- Lenguas maternas y escrituras migrantes.

A partir de los ejes serán generadas exposiciones de trabajos de campo y/o investigación, ensayos o experiencias comunitarias. Esta dinámica nos permitirá por un lado contar con registros que podrían retomarse para su divulgación en los espacios virtuales y gráficos. Y además elaborar actas de las conclusiones del cierre y/o armar producciones colectivas que se darían a conocer en las tertulias o en el encuentro de escritores.

El Instituto Imersão Latina es uno de los realizadores. Hemos realizado desde 2005, fecha de su creación, varios encuentros, intercambios, residencias artísticas con el objetivo de promover la cultura e integración de culturas, integradas en redes como el Ciclo de Narradores y Poetas del Mercosur, en Rosario, Argentina, un Brace, en Montevideo, Uruguay y la Red sin Fronteras, Brasil, entre otros que se añade en el proceso de esta reunión que se hace con la participación de escritores de varios países: Brasil, Chile, Colombia, Cuba, Uruguay, Italia, Portugal y Venezuela y otros que están contribuyendo a este proceso.

Equipo Organizador

Brenda Marques Pena (Dirección General)
Instituto Imersão Latina / Colectivo de Escritura Migrante

Maria Laura Coppié (Productora y editora de Buenos Aires)
Las Pretextas y MareMium Editorial

Sobre los organizadores

El Colectivo de Escritura Migrante es un grupo que reúne en Abya Yala a más de 30 escritores, poetas, creadores y agentes culturales de Brasil, Colombia, Chile, Argentina, Bolivia, Uruguay y otros países. Se crea con el propósito de conectar las artes y la cultura, con las diversas comunidades que habitan nuestros territorios, a través de ese tránsito constante que todos reconocemos en la migración como un acto de movilización y transferencia de nuestras diferentes cosmovisiones, costumbres, historias y memorias. Ha realizado reuniones anuales desde 2017 en diferentes países.

Las Pretextas
 es un grupo de Poesía Las Pretextas, cuatro mujeres reunidas (Alicia Márquez, Bibi Albert, María Laura Coppié, Mariana Toniolo) desde el año 2002, para la difusión y disfrute de la poesía y los poetas nacionales e internacionales, realizan un ciclo de café literario y el mayor encuentro literario de estas latitudes: Abraço de Vozes, siempre en los últimos días de abril.

El Instituto Imersão Latina (Imel) es una asociación de escritores, periodistas, productores culturales, investigadores y artistas independientes. Imel tiene como objetivo desarrollar proyectos y actividades culturales encaminados al desarrollo sociocultural, la investigación y la difusión de las memorias e identidades latinoamericanas. La diversidad cultural, la comunicación como derecho universal y la accesibilidad a los bienes culturales permean los objetivos de los proyectos del Instituto, siempre de forma colectiva. Con sede en Belo Horizonte, Minas Gerais e opera internacionalmente.
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AGENDA DEL ENCUENTRO

1 noviembre – BUENOS AIRES – ARGENTINA

Biblioteca Parque de la Estación
(Tte. Gral. Juan Domingo Perón 3326. Buenos Aires, Argentina)
17h30 – 20h
Apertura del evento Buenos Aires, Argentina

Palabras de bienvenida a cargo del país anfitrión y de las coordinadoras del encuentro
Maria Laura Cuppié / Las Pretextas y Brenda Marques Pena / Instituto Imersão Latina

Presentación Musical: Tangos Descomunales con Eliana Dosa & Juan Pablo Gallardo
Cordina: Norberto Barleand
Poesía con Las Pretextas y Colectivo de Escritura Migrante

Lanzamiento del libro Meridianos Poéticos del VI Encuentro de Escritura Migrante

Apertura de exposición Graphos: Muestra Internacional de Escritura Asémica

Exposición Itinerante de Arte Correo  “Poiesis”

2 Noviembre – BUENOS AIRES – ARGENTINA

Biblioteca Parque de la Estación
(Tte. Gral. Juan Domingo Perón 3326. Buenos Aires, Argentina)

10h – 11h Homenaje a poetas / artistas muertos en el día de los muertos (en el cementerio de la Chacarita)

13h – 15h Visita al Caminito y almuerzo

17h – 20h

17h-18h Performances de música y poesía

18h-19h Mesa-redonda: Poesía Visual Contemporánea, con Brenda Marques Pena, Claudio Mangifesta, Rosa Gravino y Walter Brovia.

Visita a la exposición Graphos de Escritura Asémica con la participación del curador

19h15 Exhibición de videos del Colectivo de Escritura Migrante

Meridianos (2023) – ESTRENO!

Utópica (2022)

Usted no Está Aquí (2021)

Cuerpo, Territorio y Resistencia (2020)

Exposición Itinerante de Arte Correo  “Poiesis”

19h40 Lecturas poéticas

Actividad Virtual

20h – Semanário Latinoamericano Especial con participación de los inscriptos en Meridianos Poéticos: VI Encuentro Internacional de Escritura Migrante

Participantes que viven en Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colombia, Ecuador, Uruguay y Venezuela

Amapola Araya – Brenda Mar(que)s Pena – Claudia Vaca – Claudio Mangifesta – Cléo Velozo – Cristiana Paz – Diana Rodríguez – Don Quispe – Eliana Sosa – Eliane Velozo – Elizabeth Rodriguez – Eugênio Magno – Francy Liliana Díaz – Gabriel Cisneros – Giuseppe Camelia Intelisano – Grace Maya – Iván Verdugo (Uará) – Ivana Andrés – José Henrique Calazans – Javier Vives – Jorge Carlos Amaral de Oliveira – Juan Pablo Gallardo – Kátia Ha llak Lombardi – Lúcia F. Corrêa – Mara Uchoa – Marta Velozo – Matías Kraber – Mica Tanco – Michelli Pessoa Marinho – Natalia Lorenzo – Norberto Barleand – Olga Valeska Soares Coelho – Osmany Sabalza – Raquel Martinez – Rasia Fiedler – Raúl Larrosa – Rogério Robalinho – Rosa Gravino – Severino Iabá – Siboney del Rey – Sylvana Lobato – Tchello d’Barros – Vanina Tagini – Gabriel Melino -  Vinicioz Bórba – Walter Brovia

Las Pretextas: Alicia Marquéz – Bibi Albert – María Laura Coppié – Mariana Toniolo

3 noviembre -  LA PLATA  Y BUENOS AIRES – ARGENTINA  

8h Desplazamiento a la Plata Argentina

10h -12h30  (Museo de las y los trabajadores  Av. 51 417, La Plata,, Argentina)

Exposición Itinerante de Arte Correo  “Poiesis”

Conversatorios La gestión cultural y su aporte a la migración (Argentina, Brasil, Chile).

13h-14- Almuerzo

14h30 – 16h  – Colegio San Simón, calle 45 Nº 320  ( a una cuadra de la estación de tren)

La interculturalidad y sus aportes a la educación con participantes de Argentina, Bolivia, Brasil,, Chile, Colombia, Bolivia y Uruguay presencial y por video o videoconferencia.

Tertulia poética en la escuela y charla acerca de escritores migrantes

16h – Regreso a Buenos Aires

BUENOS AIRES – ARGENTINA

18h – 22h
Caburé Libros (México 620, San Telmo, CABA, Argentina)

1 (ronda de poesía y charla y brinde a los participantes)

Lecturas poéticas de los libros Nós da Poesia y Meridianos Poéticos

Exposición Itinerante de Arte Correo  “Poiesis”

 4 noviembre – COLONIA DEL SACRAMENTO – URUGUAY

A las 7h embarcar para salir a las 8h30 en el barco de Colonia Express desde Buenos Aires hacia Colonia del Sacramento.

Desplazamiento por barco desde Buenos Aires con registros audiovisuales

9h llegada a Colonia – contemplación poética y registros en foto y video

Farol, Barrio histórico, Calle de los Suspiros, Pasaje las Flores

13h Desplazamiento a Montevideo

17 h Apertura de la exposición de Poesia Visual  Convergências en el Mercado de los Artesanos

20 h Bar Mitre (25 De Mayo 651 Esquína Bartolomé Mitre, Montevideo – Uruguay)
Tertulia con música y poesía.

Exposición Itinerante de Arte Correo  “Poiesis”

5 noviembre – MONTEVIDEO – URUGUAY

Centro Cultural lo de MoLiNa
(Calle Dr. Tristán Narvaja, 1578)

Conversatorio La migración y la literatura (Uruguay) La gestión cultural y su aporte a la migración (Brasil)

Noche Intercultural Lanzamiento del libro  “Nós da Poesía” – Vol. 8  con poetas del Colectivo de Escritura Migrante (Brasil, Colombia, Chile, Uruguay, Bolivia) y del libro “Meridianos Poéticos” –Videoarte – Performance – Presentaciones Musicales

Conversatorios Territorios Discursivos: Diversidad, Paz y Desarrollo (Uruguay, Argentina, Chile, Brasil, Colombia, Bolivia). Inmigrando Historias (Chile) Noche Bohemia: Compartir Artístico Clausura, cierre y despedida intercultural (recital poético y musical, performance, lectura de cuentos, círculo de saberes

Música

Performance

Nós da Poesia

Videos del Colectivo de Escritura Migrante

Meridianos (2023)

Utópica (2022)

Usted no Está Aquí (2021)

Cuerpo, Território y Resistencia (2020)

Música com Mica Tanco y Brenda Mar(que)s Pena

Lanzamiento del libro Meridianos Poéticos

Cierre del Encuentro

Exposición Itinerante de Arte Correo  “Poiesis”

Más informaciónes:

escrituramigrante@gmail.com
imersaolatina.com

Transmisiones por youtube.com/imersaolatina
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