A Imensa Minoria

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INFORME SEMANAL 

8 a 14 de fevereiro de 2020

Olá amigos, mais uma semana se passa e o mundo continua girando. Para todos aqueles que não têm Netflix, existe a vida real. Na coluna de hoje, veremos:

  • Um novo super-herói O “Imbrochável”. Revelamos seu secreto;

  • Alexandre Frota o herói menos pensado

  • O cafajeste, o papagaio e a jornalista – sobre a CPMI das fake news;

  • E falando da Disney o …peraí peraí peraí de Guedes.

Um novo super-herói O “Imbrochável”. Revelamos seu secreto!

É possível manter uma ereção o tempo todo? Sim, é claro, de acordo com os cientistas só é preciso introduzir algum objeto duro através do reto para, dessa forma, estimular a próstata e manter a ereção indefinidamente.

Portanto, já descobrimos o método que o “Imbrochável” usa para não mostrar fraqueza, porque todo mundo sabe que um pau duro, para o atual governo, é a principal virtude que busca em seus colaboradores.

Certamente, muitos dirão que é uma metáfora; nesse caso, a regra é a mesma que os cientistas dizem: introduza um objeto rígido, metaforicamente falando, através do reto metafórico para estimular, metaforicamente, a próstata e manter a metafórica ereção indefinidamente.

Alexandre Frota o herói menos pensado

O ex-modelo, ator pornô, atleta e atual deputado do PSDB tornou-se o herói menos pensado. Alexandre Frota integra a CPI das Fakesnews, responsável por controlar pressões e assédio por meio das redes sociais.

Graças a Frota, declarado oponente de Bolsonaro por pensar que o atual presidente não cumpriu as suas promessas de campanhas – depois de apoiá-lo nas eleições – tornou-se público quem é Luiz Galeazzo, candidato do governo a diretor da Secretaria de Comunicações.

“Ajudei a escolher Bolsonaro, foi ele quem me permitiu me eleger como deputado, porque eu acreditava nele, mas nesta CPMI vamos dizer a verdade, não é uma brincadeira, essa CPMI é séria.” disse Frota.

No mesmo dia, Frota postou imagens de Luiz Galeazzo em um “menage a troi” em seu twitter e também divulgou comentários profundamente ofensivos contra as mulheres que Galeazzo fazia nas redes do estilo “Não vou colocar meu pau na sua vagina porque você não merece”.

Luiz Galeazzo, misógino e, particularmente, gordofóbico, é o tipo de homem que tira suspiros da família Bolsonaro: branco, rico, com músculos definidos e machão, tem todas as características para ocupar um alto cargo num governo que ama os homens.

O cafajeste, o papagaio e a jornalista – sobre a CPMI das Fakenews;

Dizem que o diabo sempre quer aparecer em alguns detalhes, que seu principal pecado é a sua vaidade, ele não sabe ser invisível, sempre quer assinar seu trabalho. É como a teoria criminal, o culpado sempre quer ser descoberto. Foi o que aconteceu na CPMI das FakeNews.

Malandro é malandro e mané é mané

A testemunha chave Hans River provou que o velho samba que diz: “mané é mané” é muito verdadeiro. O boi de piranha foi enviado ao frente de batalha em uma péssima estratégia do clã Bolsonaro, demonstrando sua grande vocação para o ridículo.

Somente a equipe de Mauricio Macri, na Argentina, poderia ter o mesmo desempenho ou pior que o clã Bolsonaro no Brasil. A direita regional compartilha o mesmo culto à ignorância e à ineficiência.

O cafajeste

Hans River começou com o pé direito sua vocação de “mané”. Quando a relatora do CPMI fez a primeira pergunta, ele respondeu: “Menina, se eu contar às coisas que eu sei…” Ao que foi rapidamente advertido por falta de respeito. Com um visual cafajeste dos anos 70, foi se afundando cada vez mais durante as 5 horas de sessão.

O ponto máximo foi quando o “mané” declarou que a jornalista Patricia Campos de Mello havia proposto sexo em troca de informações: “ela se insinuou quando eu a rejeitei”.

O papagaio

Em seguida, o deputado Bolsonaro tomou a palavra e, obviamente, sem provas, disse que não duvidava que a jornalista Patrícia Campos de Mello houvesse se insinuado e repetiu todo esse discurso vazio que, obviamente, não faz mais que expor sua natureza machista e misógina.

A jornalista

A jornalista Patricia Campos de Mello, como uma excelente profissional, documentou todo o processo, por isso não demorou mais de 5 minutos para desmascarar a FakeNews apresentada pelo “mané” e repetida pelo “papagaio” na CPMI contra o FakeNews.

O herói menos pensado 2

Novamente Alexandre Frota, cada vez mais decidido a se distanciar de Bolsonaro, direcionou suas críticas à bancada do PSL que defendeu o mané Hans River. “Corja de mentirosos, falsos moralistas e hipócritas que estavam aqui ontem. Inconsequentes e covardes. Assistimos a um sujeito tendencioso, mentiroso, um falso moralista engraçadinho que fez graça com quem aqui estava. Um covarde chamado Hans River que atacou a jornalista Campos Mello, que fez da CPMI um circo, aplaudido por aquela turma da Disney que fica aqui”, disse.

E falando da Disney… o peraí peraí peraí de Guedes

“Turismo todo mundo indo para Disneylandia, empregada doméstica indo para Disneylandia, peraí, peraí, peraí…, vai passear aí em Foz do Iguaçu, vai passear no Nordeste que está tão cheio de praias bonitas,  vai conhecer o Brasil…

Guedes o gato manco

Guedes passou suas férias em Miami, é claro que ele não é uma empregada doméstica e, em declarações posteriores, tentou minimizar o problema dizendo:
“Eu não quis dizer isso, queria dizer que todo mundo estava indo para a Disney, incluindo às classes sociais mais…”.

Ele não conseguiu dizer o adjetivo: classes sociais mais…? Pobres? Injustiçadas? Não conseguiu terminar a frase, tentou disfarçar e continuou falando.

Gato manco não consegue mesmo tampar a cagada.

Outra característica das fobias da equipe do governo, sexista, racista, misógino, gordofóbico e aporofóbico, isto é rejeição aos pobres.

O início do fim

Coincidentemente em 2016 Javier Gonzáles Fraga, na época presidente do banco Nación de Argentina, fazendo referencia ao governo de Cristina Kirchner, fez um comentário semelhante: “ela fez acreditar que um funcionário médio, com seu salário médio, poderia comprar telefones celulares, televisores de plasma, carros, motocicletas e viajar para o exterior”. Essa declaração marcou o inicio do fim do governo Macri.

Até a semana que vem, saia do Netflix e assine com a realidade!

INFORME SEMANAL

 8 al 14 febrero 2020

por Murguista de Aquinão

por Murguista de Aquinão

Hola amigos una semana más que pasa y el mundo sigue andando. Para todos aquellos que no tienen Netflix existe la vida real. En la columna de hoy veremos:

  • Un nuevo súper héroe “El Priapista” revelamos su secreto;

  • Alexandre Frota el héroe menos pensado;

  • El fiolo, el loro y la periodista – resumen de la CPMI de las fake news;

  • Y hablando de Disney el “peraí, peraí, peraí” de Guedes;

Un nuevo súper héroe “El Priapista” revelamos su secreto

¿Es posible mantener la erección todo el tiempo? Sí, por supuesto, según los científicos introduciendo algún objeto duro por el recto es posible estimular la próstata y mantener la erección indefinidamente.

Por lo tanto ya hemos descubierto el método que “El Priapista” utiliza para no mostrar debilidad, porque todos sabemos que un palo duro, para el actual gobierno de Brasil, es la principal virtud que busca en sus colaboradores.

Por supuesto, muchos dirán que Bolsonaro quiso utilizar una metáfora cuando dijo “Eu sou imbrochavel – en español Mi pene nunca reposa” (La traducción más próxima que encontramos para ese modismo), en ese caso la regla es la misma aseguran los científicos: introducir algún objeto duro, metafóricamente hablando, por el recto metafórico para estimular, metafóricamente, la próstata y mantener la erección metafórica indefinidamente.

Alexandre Frota el héroe menos pensado;

El ex modelo, actor porno, deportista y actual diputado por el PSDB se convirtió en el héroe menos pensado. Frota integra la CPMI de las Fakenews encargada de controlar las presiones y acosos por medio de las redes.

Gracias a Frota, declarado opositor de Bolsonaro – después de haberlo apoyado en las elecciones – por pensar que el actual presidente no cumplió sus promesas, se hizo público quién es Luiz Galeazzo, el candidato del gobiernos para ser director de la Secretaria de Comunicaciones.

“Yo ayudé a elegir a Bolsonaro, fue él que me posibilitó elegirme diputado, porque creía en él, pero en esta CPMI vamos a decir la verdad, no es un juego, esta CPI es seria”.

En el mismo día Frota publicó en su twitter imágenes de Luiz Galeazzo en un “menage a troi” y también expuso comentarios profundamente ofensivos contra las mujeres que Galeazzo realizaba en las redes, del estilo “no voy a meter mi palo en tu vagina porque no lo mereces”.

Misógino y, particularmente, gordofóbico, Luiz Galeazzo es el tipo de hombre que arranca suspiros de la familia Bolsonaro: blanco, rico, con músculos definidos y machista tiene todas las características para un gobierno que ama los hombres.

El fiolo, el loro y la periodista – Resumen de la CPMI de las Fakenews;

Dicen que el diablo siempre se evidencia en algún detalle, ese es su principal pecado, su vanidad, no sabe ser invisible, siempre quiere firmar su obra. Es como la teoría criminalística, el culpable, en el fondo, siempre quiere ser descubierto. Fue lo que pasó en la CPMI de las FakeNews.

Malandro é malandro y mané é mané (el vivo es vivo, el gil es gil)

El testigo clave Hans River demostró que es muy cierto el viejo samba que dice: “mané é mané (gil es gil)”. Carne de cañón fue mandado al frente en una pésima estrategia del clan Bolsonaro que demostró su gran vocación por el ridículo.

Solo el equipo de Mauricio Macri, en Argentina, podría tener un desempeño igual o peor al del clan Bolsonaro en Brasil. La derecha regional comparte el mismo culto a la ignorancia y a la ineficiencia.

El fiolo

Hans River comenzó con el pie derecho su vocación de “gil”. Cuando la relatora de la CPMI le hizo la primera pregunta respondió: “Menina, si te cuento las cosas que yo sé…” A lo que fue rápidamente advertido por desacato. Impresentable, con un look fiolo años 70 fue hundiéndose cada vez más durante las 5 horas de sesión.

El momento álgido, fue cuando el “punto” declaró que la periodista Patricia Campos de Mello le había propuesto sexo a cambio de información: “ella se me insinuó cuando yo la rechacé”.

El loro

Acto seguido tomo la palabra el diputado Eduardo Bolsonaro y, obviamente, sin ninguna prueba, manifestó que no dudaba que la periodista Patricia Campos de Mello se hubiera insinuado. Repitió toda la perorata que obviamente no hace más que exponer su índole machista y misógina.

La periodista

La periodista Patricia Campos de Mello, como una excelente profesional, había documentado todo el proceso, por lo que no llevó más de 5 minutos hacer caer la FakeNews presentada en la CPMI contra las FakeNews.

El héroe menos pensado 2

Una vez más, Alexandre Frota, cada vez más decidido a distanciarse de Bolsonaro, dirigió sus críticas a la banacada del PSL que defendió a Hans River el “gil”. “Una banda  de mentirosos, falsos moralistas e hipócritas que estuvieron aquí ayer. Irresponsables y cobardes. Vimos a una persona mentirosa, un moralista falso y atrevido que se burló de los que estaban aquí. Un cobarde llamado Hans River que convirtió esta CPMI en un circo y atacó a la periodista Patricia Campos Mello y, además, fue aplaudido por esa pandilla de la Disney que está ahí”, manifestó señalando para la bancada del PSL.

Y hablando de Disney el “peraí peraí peraí” de Guedes

Turismo, todo el mundo yendo a Disneylandia, las empleadas domésticas yendo a Disneylandia, “Peraí, Peraí, Peraí” (modismo que significa algo así como “qué es eso, qué es eso, qué es eso”), que vayan a pasear a Foz de Igauzú, que vayan al Nordeste que tiene hermosas playas, que vayan a conocer Brasil.

Gato rengo

Guedes pasó sus vacaciones en Miami, por suspuesto, él no es empleado doméstico, y en declaraciones posteriores trató de minimizar el tema diciendo:

“no quise decir eso, yo lo que quise decir es que todo el mundo estaba yendo para Disney, inclusive las clases sociales más…”.

No consiguió decir el adjetivo. Las clases sociales más…? Pobres? Oprimidas? Gato rengo no puede tapar la cagada.

Otra de las característica de las fobias del equipo de gobierno, machista, racista, misógino, gordofóbico y aporofóbico, esto es rechazo a los pobres.

El inicio del fin

Coincidentemente en 2016 Javier Gonzáles Fraga, entonces presidente del banco Nación de Argentina haciendo referencia al gobierno de Cristina Kirchner: “Le hiciste creer a un empleado medio que su sueldo medio servía para comprar celulares, plasmas, autos, motos e irse al exterior”. Esa declaración marcó el inicio del fin del gobierno Macri.

¡Hasta la semana que viene canela Netflix, suscríbete a la realidad!

Informe semanal

1 a 7 de fevereiro de 2020 / 1 al 7 febrero 2020

O Instituto Imersão Latina e a produtora A Imensa Minoria começam uma parceria este ano para a produção de uma revista e também desta coluna bilíngue no site do Imersão Latina que será como um blog semanal destacando notícias com foco inicial em cobrir o processo eleitoral em Bolívia e o da reforma constitucional de Chile com textos informativos, mas também poéticos e de narrativas sensíveis. Colaboram com esta coluna escritores, jornalistas, artistas que integram o Imersão Latina, A Imensa Minoria e o Colectivo de Escritura Migrante.

Estreamos a coluna neste dia 7 de fevereiro hoje com a colaboração de Germán Milich, Brenda Marques, Jéssica Muñoz (Lorena Pizarro)

El Instituto Imersão Latina y la productora A Imensa Minoria comienzan una asociación este año para producir una revista y también esta columna bilingue en el sitio web de Imersão Latina, que será como un blog semanal que resaltará noticias con un enfoque inicial en cubrir el proceso electoral en Bolivia y el de la reforma constitucional de Chile con textos informativos, pero también narrativas poéticas y sensibles. Colabora con esta columna escritores, periodistas, artistas que integran la Imersão Latina, La Inmensa Minoría y el Colectivo de Escritura Migrante.

Abrimos la columna el 7 de febrero hoy con la colaboración de Germán Milich, Brenda Marques, Jéssica Muñoz y Cláudia Vaca.

Una vez más, Alexandre Frota, cada vez más decidido a distanciarse de Bolsonaro, dirigió sus críticas a la banacada del PSL que defendió a Hans River el “gil”. “Una banda  de mentirosos, falsos moralistas e hipócritas que estuvieron aquí ayer. Irresponsables y cobardes. Vimos a una persona mentirosa, un moralista falso y atrevido que se burló de los que estaban aquí. Un cobarde llamado Hans River que convirtió esta CPMI en un circo y atacó a la periodista Patricia Campos Mello y, además, fue aplaudido por esa pandilla de la Disney que está ahí”, manifestó señalando para la bancada del PSL.

El mal blanco

por Germán Milich

El mal “blanco”, la peste “blanca” venida de Europa, como decía Artaud: “ignoramos que para todo cuanto no sea Europa los blancos tenemos mal olor, tenemos un olor blanco, así como puede hablarse de un «mal blanco». Como el hierro enrojecido al blanco, todo lo excesivo es blanco y para muchas culturas el color blanco ha llegado a ser la señal de la más extrema descomposición”.

Bolivia y Chile eran las vedettes de todos los seminarios de economía en el que los brujos blancos europeos las mostraban como ejemplos de crecimiento económico. Todos aplaudían extasiados frente a la posibilidad de un argumento que le diera cauce a su ignorancia.

El mal blanco invadió nuestros sistemas de pensamiento tratando de imponer su patética parodia de la vida. En esa perspectiva se construyó una realidad política en la que nos gobierna el “mal” blanco. La peste blanca se impone como si fuese la verdad revelada, queriéndonos alejar de la vida.

Por eso iniciamos este espacio colorido donde el blanco es nada más que un color más o una ausencia de colores o la suma de todos ellos. En este espacio haremos nuestra cobertura periodística sobre el plebiscito en Chile el 26 de abril y las elecciones en Bolivia el 3 de mayo.

¡Continúe leyendo que es solo el comienzo!

Bolivia PACHAKUTI- IKANDIRE!

Todo el mundo opina sobre Bolivia, pero en realidad es poco lo que sabemos. Caemos en la trampa de la superstición europea de la derecha y la izquierda que vicia de nulidad nuestros pensamientos. Hablamos de dignificación de los pueblos originales pero les asignamos narrativas foráneas a su historia.

¿Qué sabemos de Bolivia? ¿Qué es lo que representa Evo Morales o, mejor aún, qué es lo que ya no representa? ¿Será que realmente nos importa lo que pasa en América Latina o es  nada más que una adrenalina al estilo Netflix para erotizar el tedio en los cubículos de nuestra existencia?

La situación política de Bolivia también es víctima de una lectura blanca, patriarcal y machista que simplifica los hechos y sus consecuencias limitándolos a la medida de su escaza visión de futuro.

No se trata de un golpe de estado, no se trata de un presidente depuesto, ni de una presidenta de facto, no se trata de relato, no se trata de una historia fantasiosa y megalómana de algún monje negro de un partido de derecha divulgada por medios de comunicación masiva. Tampoco se trata de dialéctica, ni de obreros del mundo, ni de lucha de clases, ni de Biblia, ni de espadas.

¡Se trata de PACHAKUTI – IKANDIRE!

Conformación de las listas

Tenemos las siguientes listas que participaran del circo electoral:

  1. Acción Democrática Nacionalista – Ismael Schabib

  2. Comunidad Ciudadana – Carlos Mesa Gisbert

  3. Creemos  – Luis Fernando “Macho” Camacho

  4. Libre – Jorge “Tuto” Quiroga Ramirez

  5. Frente Para la Victoria – Chi Hyun Chung

  6. Juntos – Jeanine Añez Chavez

  7. Movimiento al Socialismo – Luis Arce Catacora

  8. Partido de Acción Nacional  Boliviano – Feliciano Mamani

En nuestras próximas entregas iremos viendo uno a uno todos estos participantes, sabremos cuál es el payaso, cuál el domador, cuál el mago y cuál es el dueño del circo, sin olvidarnos que tenemos a un eyaculador precoz de codiname MACHO y un vicepresidente de dictador de codiname Tuto para aumentar el ridículo de esta farsa.

A primera vista lo que podemos decir es que solo hay una mujer lo que ya indica lo poco serio y retrogrado de este proceso.

¡Nos vemos la semana que viene!

Chile dispara a los ojos

Ave andina

Por Brenda Mar(que)s Pena – Pichi Uñun Zomo

En una de las montañas más altas del mundo vi un pájaro. Era colorido y fuerte, sus colores eran como fuego rojizo y a veces sutilmente naranja mezclado con un negro que daba el contraste que se veía en su belleza. ¿Era este pájaro hembra o macho? ¿Qué quiso decir en el momento de un sueño inusual? Miró a lo lejos, contemplando tal inmensidad, indicando que a veces estaba en Chile, a veces en Ecuador, después de todo, las fronteras impuestas por una dura historia de dominación no era algo que él reconociera, solo ese amplio espacio de aires andinos lo atraía.

Él o ella me visitó en un sueño en un viaje a Montevideo, Uruguay, que también lleva el nombre de un monte. Al buscar quién sería este pájaro, pronto descubrí que a él le gustaba volar alto, muy alto y ver todos los paisajes y movimientos de las personas desde arriba.

Era un mensajero y un pájaro sembrador, después de todo lo que vi en sus ojos como si fuera una cámara que filmaba el presente y el futuro. Cuando lo vi por primera vez en un viaje a Quito, la capital de Ecuador, estaba seguro de que era el pájaro de mis sueños y esta vez estaba pintado en algunas paredes y también aparecía en las artesanías de los pueblos indígenas de la región. Cuando lo encontré, nos miramos con una mirada familiar. Estaba en un mercado popular cuando lo vi y quería saber más sobre él preguntándole a la gente de allí, que me dijeron que era un pájaro brujo.

Fue increíble ver en las calles de la ciudad de Quito, una diversidad de indígenas representados en el arte mural: 13 etnias diferentes, incluida Shuar, a quien descubrí que tenía una representante muy importante que lleva el nombre de una diosa mitológica: Diana Atmaint.

La deidad de la luna y la caza, según la mitología griega, en la cultura ecuatoriana actual es líder de la poderosa Confederación de Nacionalidades Indígenas, que converge voces multilingües y multiculturales. Si ese pájaro fuera un pájaro hembra, Diana sería un buen nombre para ella, pensé, pero la búsqueda de quién era y su nombre aún tenía que continuar.

Seis meses después, las alas de un avión me llevaron a otro país andino: Chile, que también incluye a varios pueblos indígenas, pero uno en particular me cautivó desde la primera visita: los mapuche, un pueblo que resistió 300 años de dominación española, pero terminó perdiendo gran parte de sus tierras y extendiéndose por todo el territorio, muchos viviendo hoy en área urbana o Mapurbe, como aprendí de un poeta en uno de mis viajes.

Mapu significa tierra y Che gente. Y fue con estas personas de la tierra que gradualmente me conocí y me convertí en parte, descubriendo que de alguna manera yo era parte de esa gente. Hay quienes dicen que puede ser algo ancestral o incluso de otras vidas, solo sé que algo me llevó allí a amar a esa gente de la tierra y fortalecerme con su conocimiento cultural.

Esta vez, mi viaje de autodescubrimiento me llevó al III Encuentro Internacional de Escrituras Migrantes – Poética Transculturales, donde conocí a una mujer llamada Jessica, cuyo nombre de origen hebreo significa mirar y entonces ella me miró y me identificó como “pajarita”, diminutivo de pájaro hembra en español. Y dijo que me bautizaría en las aguas del Pacífico, en Isla Negra, una tierra donde los poetas y escritores Pablo Neruda y Vicente Huidobro, uno de los más grandes vanguardistas del siglo XX, descansan en paz.

Y así, regada por las aguas del Pacífico, con una mirada reveladora fui bautizada. Sin embargo, era necesario que un chamán me diese un nombre espiritual Mapuche. ¿Encontraría este nombre?

Esa misma noche, después de tocar la batería en el programa Alma Blues, al cierre del encuentro y un día antes de regresar a Brasil recibí la bendición chamánica y el nuevo nombre: Pichi Uñum Zomo.

¡Fui nombrada por un líder espiritual que solo sonrió cuando me llamó así, diciendo que yo era un pájaro fuerte! Y después de este viaje y experiencia trascendental, continuaré por los senderos de las montañas de Minas Gerais, donde nací y vivo, también migraré a otras montañas como “pajarita” cantando la poesía y el amor que me hacen volar.

 

“Por tus  ojos”  

(autora: Lorena Pizarro)

Homenaje a las víctimas (especialmente al estudiante  universitario Gustavo Gatica) mutiladas en sus ojos por perdigones disparados por los carabineros chilenos en las movilizaciones sociales permanentes.

Por tus ojos

pasaron millones de voces gritando al unísono “dignidad”.

Mientras en tus cuencas  estallaban los cristales rojos

cuerpos abrumados corrían por las avenidas

asediadas por la nube tóxica que envenena la vida.

En 300 lunas el tótem inmóvil testigo del horror

sostiene una y mil banderas celestes milenarias.

Cantan, vociferan mientras el material verdoso repugnante

se expande por todas  las calles de nuestras ciudades sitiadas.

Cánticos rememoran el exterminio reciente

ni las largas cabelleras, ni las marcas de la piel

pueden borrar la locura del omsizan.

Cada lugar reclama las vidas arrancadas

tallos nacientes en manos de la infame maquinaria del mal

cuerpos que se retuercen de dolor al oir su zumbido incesante

atraviesan arboledas y calles huyendo de las escaramuzas

juegos macabros aprendidos  desde el otro lado del mundo.

Quien sostuvo el maldito adminiculo

te atisbó a miles de centímetros

calculando sin error donde era tu centro,

disparándote con la frialdad de los hielos del olimpo.

No titubeó ni un instante para cegarte

era una forma de acallar tu conciencia

por millones que claman  frente a mesones

atiborrados de impotencias e indolencias.

Quienes pretenden apagar los fulgores

de nuestras altivas miradas

anhelantes de justicias

no detendrán la fuerza de la marea

que embiste a la bestia que traga

con sus verdades siniestras

Esas últimas imágenes que pasaron “por tus ojos”

son  millones de manos alzadas

esquirlas lacerantes que se expanden  por toda la tierra,

partículas  de corneas que  se elevan al firmamento

convirtiéndose  en infinitas estrellas

fulgurantes de noches oscuras

como testigos de una  memoria que persiste,

en el recuerdo de…

“cientos de ojos  pintados en el gran libro de las calles”

“Pelos teus olhos”

(autora: Lorena Pizarro)

Homenagem às vítimas (especialmente o estudante universitário Gustavo Gatica) mutiladas em seus olhos por balas disparadas pela polícia chilena nas mobilizações sociais permanentes.

Pelos teus olhos

passaram milhões de vozes gritando em uníssono “dignidade”.

Enquanto cristais vermelhos explodiam em tuas bacias

corpos abrumados corriam pelas avenidas

cercados pela nuvem tóxica que envenena a vida.

Em 300 luas, o totem testemunha imóvel de horror

carrega uma e mil bandeiras celestes.

Cantam, vociferam enquanto o material esverdeado e nojento

expande-se por todas as ruas de nossas cidades sitiadas.

Cantos comemoram o extermínio recente

nem as compridas cabeleiras,  nem as marcas na pele

conseguem apagar a loucura do omsizan.

Cada lugar reivindica vidas destruídas

- brotes nascentes – nas mãos da infame maquinária do mal

corpos que se contorcem de dor enquanto ouvem seu zumbido incessante

eles atravessam árvores e ruas fugindo de escaramuças

jogos macabros aprendidos do outro lado do mundo.

Quem segurou o amaldiçoado utensilho

te vislumbrou a milhares de centímetros

Calculando sem erro onde estava o teu centro,

atirando nele com a frieza do gelo do Olimpo.

Ele não hesitou nem por um momento em cegarte

era uma maneira de silenciar tua consciência

para milhões que choram na frente de pousadas

abarrotadas de desamparo e indolência.

Quem pretende desligar os fogo

dos nossos olhares altivos

que anseiam por justiça

não vai conseguir parar a força da maré

que ataca a besta que engole

com suas verdades sinistras

Essas últimas imagens que passaram “pelos teus olhos”

são milhões de mãos levantadas

lascas dilacerantes que se espalham por toda a terra,

partículas de córneas que sobem para o céu

tornando-se estrelas infinitas

deslumbrando a noite escura

como testemunhas de uma memória que persiste,

em “centenas de olhos pintados no grande livro das ruas” 

 

Las calles de una breve historia

Por Brenda Mar(que)s Pena
Pichi Uñum Zomo

Vi a un hombre llorar y con sus lágrimas derramó su dolor y sembró las semillas del recuerdo de una mujer que era indescifrable para él. Quería leer su piel como si fuera un libro y, en el silencio de las horas en que pasaba el tiempo, preguntó: “¿Cuántos días han pasado?” Ya no se enfrentaba a un tiempo cronológico, todo era indefinible como un nudo en la garganta. ¿Fue posible eliminar un hecho?

Entre las gotas de sus ojos que cayeron para nublar la visión, los recuerdos lucharon por permanecer y con la despedida buscó que las historias vividas pudieran sanar mientras el tiempo transformaba los recuerdos de hoy en día, yendo y viniendo en danzas de amor.

Vi una ciudad llorando con muchos ojos que ya no podían ver. Rompiendo el silencio con palabras que gotearon en el fondo, componiendo la música de lo invisible y haciendo que el paisaje fuese perceptible con los sonidos urbanos del espacio-tiempo donde todo es posible, a pesar de la falta de certeza, en una vida diaria de tenaces imprevistos.

Vi incertidumbre. Delante de mí, gestos sombríos iluminados por el fuego encendido por la ira de los voraces, mientras esperaba ver miradas, pero éstas fueron interrumpidas por la violencia y la revuelta, hasta que ya no pudieron ver, pero comenzaron a escuchar las voces de aquellos que gritaban con indiferencia. Atropellado por las experiencias. Mis entrañas explotaron con dolor subcutáneo, exigiendo más que la sensibilidad de los ojos que se cierran, mientras que otros se abren.

Vi los ojos de las mujeres secarse, mientras la leche de los senos se secaba, llena de comida para un nuevo ser. Los cuerpos femeninos susurrando mientras en el aire exhalaban el aroma de los líquidos secretados de placer y disfrute hasta que se vuelven del revés y se encuentran en los vacíos de un nuevo comienzo del viaje de búsqueda constante.


As ruas de uma história breve

Por Brenda Mar(que)s Pena
Pichi Uñum Zomo

Vi um homem chorar e com suas lágrimas despejava sua dor e semeava as sementes da memória de uma mulher que lhe era indecifrável. Queria ler sua pele como se fosse um livro e no silêncio das horas quando o tempo se passou indagou:  ”Quantos dias se foram?” Já não estava diante de um tempo cronológico, tudo lhe era indefinível como um nó na garganta. Seria possível apagar um fato? Entre as gotas de seus olhos que caiam embaçando a visão, as memórias lutavam para permanecer e com a despedida buscava que as histórias vividas pudessem curar enquanto o tempo transformasse o hoje juntando lembranças no vai e vem em danças de amores.

Vi uma cidade chorar com muitos olhos que já não podiam ver. Rompendo o silêncio com palavras que eram gotejadas ao léu, compondo a música do invisível e tornando perceptível a paisagem com os sons urbanos do espaço-tempo onde tudo é possível, apesar da falta de certeza, em um cotidiano de imprevistos tenazes.

Vi a incerteza em minha frente, sombrios gestos iluminados pelo fogo acendido pela cólera dos vorazes, enquanto esperei deparar com olhares, mas estes foram ceifados pela violência e revolta, até que não puderam mais ver, mas passaram a escutar as vozes dos que clamam rompendo com a indiferença atropelada pelas vivências. As entranhas explodindo a dor subcutânea, exigindo mais do que sensibilidade dos olhos que se fecham, enquanto outros se abrem.

Vi os olhos das mulheres secarem, como secam o leite dos seios antes fartos de alimento para um novo ser. Os corpos femininos segredando enquanto no ar exalava o perfume dos líquidos secretados de prazer e gozo até se virarem do avesso e se encontrarem nas lacunas de um recomeço da caminhada de busca constante.

 

A Imersa Minoria

Mal branco

por Germán Milich

O mal “branco”, a peste “branca” vinda da Europa, como Artaud disse: “ignoramos que, para tudo o que não é a Europa, os brancos têm um cheiro ruim, temos um cheiro branco, assim como podemos falar de um” mal branco”. Como o ferro candente branco, todo excesso é branco e, para muitas culturas, a cor branca se tornou o sinal da decomposição mais extrema. ”

Bolívia e Chile foram as estrelas de todos os seminários econômicos nos quais os bruxos brancos europeus as mostravam como exemplos de crescimento econômico. Todos aplaudiram em êxtase a possibilidade de uma discussão que dava vazão à sua ignorância.

O mal branco invadiu nossos sistemas de pensamento, tentando impor sua patética paródia da vida. Nessa perspectiva, uma realidade política foi construída na qual o “mal” branco nos governa. A praga branca é imposta como se fosse a verdade revelada, querendo que nos afastemos da vida.

Por isso, começamos esse espaço colorido em que o branco nada mais é do que mais uma cor ou ausência de cores ou a soma de todas elas. Neste espaço, faremos nossa cobertura jornalística do plebiscito no Chile em 26 de abril e das eleições na Bolívia em 3 de maio.

Continue lendo que é apenas o começo!

Bolívia PACHAKUTI- IKANDIRE!

Todo mundo pensa na Bolívia, mas, na realidade, pouco sabemos. Caímos na armadilha da superstição europeia, da direita e da esquerda que viciam de nulidade nossos pensamentos. Falamos em dignificação dos povos originais, mas atribuímos narrativas estrangeiras à sua história.

O que sabemos sobre a Bolívia? O que representa Evo Morales ou, melhor ainda, o que ele não representa mais? Realmente nos importamos com o que acontece na América Latina ou é apenas uma adrenalina no estilo Netflix para erotizar o tédio nos cubículos de nossa existência?

A situação política na Bolívia também é vítima de uma leitura branca, patriarcal e machista, que simplifica os fatos e suas consequências, limitando-os à extensão de sua escassa visão de futuro.

Não é um golpe de estado, não é um presidente deposto, nem um presidente de fato, não é uma narrativa, não é uma fantasia nem uma história megalomaníaca de algum monge negro de um partido de direita divulgada por meios de comunicação massiva. Também não é sobre dialética, ou trabalhadores do mundo, ou luta de classes, ou a Bíblia, ou espadas.

Trata se de PACHAKUTI – IKANDIRE!

Formação da lista

Temos as seguintes listas que participarão do circo eleitoral:

1. Ação Democrática Nacionalista – Ismael Schabib

2. Comunidade do Cidadão – Carlos Mesa Gisbert

3. Acreditamos – Luis Fernando Camacho “Macho”

4. Grátis – Jorge “Tuto” Quiroga Ramirez

5. Frente à Vitória – Chi Hyun Chung

6. Juntos – Jeanine Añez Chavez

7. Movimento ao Socialismo – Luis Arce Catacora

8. Partido Nacional de Ação Boliviano – Feliciano Mamani

Em nossas próximas parcelas, veremos todos esses participantes, um por um, saberemos qual é o palhaço, qual o domador, qual o mágico e quem é o dono do circo, sem esquecer que temos um ejaculador precoce do codinome MACHO e um vice-presidente de ditador do codinome Tuto para aumentar o ridículo dessa farsa.

À primeira vista, o que podemos dizer é que só tem uma mulher, o que já indica quão pouco sério e retrógrado esse processo é.

Até a próxima semana!

Chile atira nos olhos